A licenciatura em Sistemas de Informação da NOVA IMS (NOVA Information Management School) obteve acreditação da agência americana ABET (Accreditation Board for Engineering and Technology), tornando-se na primeira da Europa a ser reconhecida pela entidade nesta área.
A NOVA IMS declara que, “com esta acreditação, fruto do trabalho desenvolvido durante dois anos pela direção da instituição, a NOVA IMS torna-se, também, na primeira faculdade portuguesa a ter um programa acreditado por esta agência internacional”.
Pedro Simões Coelho, diretor da NOVA IMS, refere em comunicado que “trabalhamos para criar uma oferta letiva de excelência, que exceda as expectativas dos alunos e que lhes dê vantagem e reconhecimento internacional. É isso que esta acreditação da ABET representa”.
A ABET, com programas acreditados em quase 30 países e mais de 700 faculdades e universidades, é líder mundial na certificação da qualidade e na promoção da inovação dos programas académicos nas áreas da ciência aplicada, computação, engenharia e outras áreas da tecnologia. Os critérios de acreditação incluem variáveis como o programa curricular do curso, corpo docente, instalações e apoio institucional. A avaliação destes critérios é feita por profissionais qualificados nas áreas da indústria, ensino universitário e administração pública.
17-11-2015
Portal da Liderança
O The Lisbon MBA e a Delta Cafés associaram-se para lançar a Bolsa Comendador Rui Nabeiro, cujo objetivo é apoiar financeiramente MBA de alunos de elevado potencial.
As entidades referem em comunicado que a bolsa, de até 18 mil euros, “estará disponível a qualquer candidato ao The Lisbon MBA que possa contribuir para a diversidade da classe e que seja originário de um dos 33 países onde a Delta Cafés está presente”.
Rui Miguel Nabeiro, administrador do grupo Nabeiro, declara na nota que, “desde a sua fundação, a Delta desenvolveu uma estratégia de responsabilidade social que incorpora necessidades de todas as partes interessadas, dando origem a um sistema de rosto humano, que se caracteriza pelo diálogo, empreendedorismo responsável e inovação disruptiva”. Por isso mesmo, acrescenta, “resolvemos fundar esta bolsa que é também um tributo ao nosso fundador, o Comendador Rui Nabeiro, pela sua genialidade e paixão, os grandes motores da sua vida que sempre inspiraram todos à sua volta e permitiram fazer da Delta Cafés a empresa que é hoje”.
Anabela Possidónio, diretora do The Lisbon MBA, acrescenta que, “enquanto programa que se preocupa em promover o talento dos portugueses a nível mundial e em desenvolver os líderes do futuro, achámos que fazia sentido promovermos uma associação entre o The Lisbon MBA e líderes que promoveram a projeção de Portugal no mundo. Dentro deste universo, o comendador Rui Nabeiro é uma personalidade incontornável”.
16-11-2015
Portal da Liderança
São cerca de 12 mil as empresas que se candidataram ao novo quadro comunitário de apoio, sendo que, no total, foram apresentadas 260 mil candidaturas ao Portugal 2020.
O jornal Económico refere, citando dados avançados pelo secretário de Estado do Desenvolvimento Regional, Castro Almeida, que a maioria das candidaturas é proveniente de agricultores, com 18 mil a candidatarem-se ao Feader (programa operacional que financia a agricultura).
Nas empresas, ou seja, no Sistema de Incentivos, o Portugal 2020 aprovou até ao final de outubro investimentos no valor de 1.533 milhões de euros.
Castro Almeida afirma ao Económico que a execução do Portugal 2020 está a seguir a bom ritmo e mantém o compromisso de chegar ao final do ano com 5% do quadro comunitário executado. A taxa de execução está nos 3,4%, o que corresponde a 878 milhões de euros.
Quando a análise é feita na ótica do compromisso, ou seja, dinheiro do Portugal 2020 que já está alocado a um projeto (mas não executado), a taxa de utilização do novo quadro comunitário está em 14%.
Castro Almeida anunciou que foram abertos concursos para todos os programas no valor de 7,8 mil milhões de euros, o que equivale a 28% da dotação global do Portugal 2020. O objetivo é ter 11 mil milhões de euros a concurso até setembro de 2016, de acordo com o secretário de Estado.
Os 11 milhões de euros poderão ser inflacionados tendo em conta as novas regras que permitem que todos os projetos apresentados por empresas (e só estes) com qualidade (ou seja, uma classificação igual ou superior a 3,5, numa escala de um a cinco) sejam financiados, independentemente da dotação do concurso.
Castro Almeida espera executar até ao final do ano 100% do QREN, o quadro comunitário anterior, que agora é de 97,2%.
16-11-2015
Portal da Liderança
O número de investigadores nas instituições portuguesas cresceu em 2014, contudo verificou-se um decréscimo na despesa em relação ao Produto Interno Bruto, de acordo com os dados provisórios do Inquérito ao Potencial Científico e Tecnológico Nacional de 2014 (IPCTN 2014).
No exercício transato eram 38.487 os investigadores portugueses, o que significa que 7,4 em cada mil pessoas em idade ativa exerciam a função, segundo os dados provisórios, que revelam um aumento de 674 investigadores face ao ano anterior (em que se registou uma forte quebra no número de investigadores em equivalente a tempo integral (ETI) e permilagem da população ativa, refere a Lusa.
Comparando os dados provisórios do ano passado com a realidade no país até 2012, percebe-se que há menos cientistas (em 2012, por exemplo, havia 42.498 investigadores e no ano anterior ainda eram mais: 44.056).
Foi nas empresas que se registou o maior aumento destes profissionais, tendo passado de 10.025 para 10.533 o ano passado.
Para o Ministério da Educação e Ciência (MEC), este aumento “pode ser um primeiro indicador de uma maior integração de investigadores em ambiente empresarial”, que poderá vir a aumentar ainda mais com a entrada em vigor, este ano, do regime de incentivos fiscais para a contratação de pessoal altamente qualificado.
Mais de metade dos investigadores em Portugal trabalha no Ensino Superior, que também registou uma pequena subida, de mais 88 profissionais, passando de 25.760 em 2013 para 25.848.
O inquérito sublinha ainda o aumento no número de bolsas, que em 2014 ultrapassou as 5 mil.
O acréscimo de investigadores levou a uma subida nos recursos humanos em I&D (Investigação e Desenvolvimento), que passaram de 46.711 em 2013 para 47.236, mas este crescimento não se refletiu no aumento da despesa, que em 2014 se situava em 2.229,1 milhões de euros.
“A percentagem do PIB é reduzida em 0,04 pontos, de 1,33% para 1,29%”.
As empresas também foram as principais “responsáveis pela parte maior da descida, enquanto o setor Estado e o setor Ensino Superior têm uma pequena oscilação negativa”, explica o MEC.
As empresas e o ensino superior surgem ainda como principais responsáveis pela despesa em ciência: na distribuição da despesa por setor respondem, respetivamente, por 46% e 45% desta. O Estado responde por 6%, um ponto percentual a menos que no ano anterior.
As conclusões do documento divulgado pela Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) podem vir a ter alterações até à publicação definitiva, prevista para o final do primeiro semestre de 2016.
13-11-2015
Portal da Liderança
Mafalda Piteira de Barros é a nova content sales manager da Nutri Ventures (série de animação infantil portuguesa que promove a alimentação saudável em 33 países).

A companhia refere em comunicado que Mafalda terá a seu cargo “o lançamento e desenvolvimento da série de animação nos vários países, bem como pela presença da Nutri Ventures em feiras e eventos a nível global”.
A profissional faz parte da equipa da Nutri Ventures desde 2012, ano em que entrou na empresa como production manager. Com um percurso ligado à comunicação e marketing, passou anteriormente pela agência de marketing Brandkey, onde trabalhou com insígnias como a Sumol+Compal, Pepsi Internacional, PT e L’Oréal, entre 2007 e 2012.
Mafalda Piteira de Barros declara na nota que “liderar as vendas de conteúdos da Nutri Ventures é uma excelente oportunidade para continuar a garantir que a série de animação chega a cada vez mais crianças por todo o mundo”. E adianta que “é um desafio que agarro com grande entusiasmo. Todos os dias é um privilégio trabalhar com uma equipa empenhada e com ambição para dar força à causa da alimentação saudável infantil”
Formada em Comunicação Social e Cultural pela Universidade Católica Portuguesa, Mafalda Piteira de Barros tem um mestrado executivo em Marketing Management pelo ISCTE-IUL, INDEG Business School. As suas paixões são a música, as viagens e a fotografia.
Criada em 2010, a
Nutri Ventures, empresa 100% portuguesa, dedica-se ao desenvolvimento de conteúdos de entretenimento que promovem uma alimentação saudável, tendo já desenvolvido uma série de animação infantil, uma plataforma digital e conteúdos musicais.
No mercado luso a Nutri Ventures juntou-se à Associação Portuguesa de Nutricionistas para garantir que as mensagens nutricionais que passa são as mais indicadas; tem ainda parcerias com o Ministério da Educação e com o Ministério da Saúde para fazer chegar a causa da alimentação saudável ao maior número possível de crianças.
13-11-2015
Portal da Liderança
A CEO da RE/MAX, Beatriz Rubio, é a grande vencedora dos “Melhores Gestores de Pessoas” deste ano.
Com uma pontuação de 90%, a responsável conquistou, além do primeiro lugar da geral, o galardão de Melhor CEO.
Na cerimónia de entrega dos prémios a
empresária partilhou o momento com o sócio e marido, Manuel Alvarez, afirmando que distinguem “uma equipa e não uma pessoa. Costuma dizer-se que, por trás de um grande homem está sempre uma grande mulher, mas esta é a prova de que o contrário também se aplica. Ele, com a sua visão,
eu, com o meu empenho, formamos, sem dúvida, uma
equipa vencedora”.
Os outros galardodoados foram Nuno João Pignatelli, managing director da Accenture, com o segundo lugar geral (angariando também o prémio Kelly Motivação); seguido por Miguel Dias, diretor de Loja do AKI; por João Pereira, diretor nacional de vendas da Hilti Portugal; e Célia Teixeira, diretora de loja do Aki, com o quinto lugar.
Para além do top 5, foram ainda distinguidos Adelino Cunha, CEO da Solfut, e Adélia Carvalho, head of business development da Olisipo, primeiro e segunda classificados no prémio Melhor Gestor de Equipas de Grande Dimensão.
Sandra Barranquinho, DRH do AKI, e Maria Alexandra Martins, DRH da Universidade do Porto, ficaram em primeiro e segundo lugar no prémio Melhor DRH, respetivamente.
António Henriques, CEO do grupo CH, obteve a segunda posição no prémio Melhor CEO.
O estudo Melhores Gestores de Pessoas, iniciativa da Tema Central e da Qmetrics, realiza-se pelo quarto ano consecutivo. A organização refere em comunicado que esta edição teve “um aumento significativo do número de participantes, tendo o estudo da Qmetrics apurado 49 gestores com uma pontuação superior a 70 pontos”.
12-11-2015
Portal da Liderança
Empresários angolanos e moçambicanos vão colaborar em várias áreas, nomeadamente na agricultura, através de um protocolo rubricado entre instituições empresariais de ambos os países.
Este protocolo de colaboração visa “consolidar laços de cooperação internacional”, para “promover e intensificar o estabelecimento de relações firmes”, envolvendo a Comunidade de Empresas Exportadoras e Internacionalizadas de Angola (CEEIA) e a Confederação das Associações Económicas de Moçambique, avança a Lusa.
As duas nações são ricas em água e terra e juntas "podem desenvolver negócios na área da agricultura e conseguir a liderança de exportação de bens alimentares. Este acordo surge da vontade das entidades envolvidas em consolidar o desenvolvimento educativo e científico na área de comércio externo, através do intercâmbio profissional, económico educativo e de formação em áreas de interesse mútuo", explica a CEEIA em comunicado.
O entendimento foi alcançado em Luanda durante a visita de Estado que o presidente de Moçambique, Filipe Nyusi, realizou a Angola e concluiu esta quarta-feira.
Os “
protocolos são essenciais, uma vez que desenvolvem programas de intercâmbio de informações relevantes para o desenvolvimento da rede empresarial de ambos os países, a troca de experiências ligadas ao ramo empresarial, a cooperação no ensino e aprendizagem nas áreas da internacionalização e exportação de mercadorias e produtos diversos, bem como a reciprocidade e interculturalidade”, declara o presidente da CEEIA, Agostinho Kapaia.
O acordo entre os representantes dos empresários angolanos e moçambicanos vai ainda permitir reforçar o “apoio recíproco de assessoria” em matéria técnico-profissional, “mediante o intercâmbio de pessoal técnico e o apoio e suporte ao fomento de negócios entre instituições de ambos os países”.
12-11-2015
Portal da Liderança
A fabricante de software PHC nomeou Cláudia Raposo chief operations officer (COO).
Há 16 anos nos quadros da tecnológica portuguesa, a profissional passa a assumir uma função central na gestão e coordenação operacional do negócio, sendo “vista como uma das pessoas que melhor conhece a empresa e o mercado em que esta opera”, refere a PHC em comunicado.
Licenciada em Informática de Gestão pelo Instituto Politécnico de Santarém, Cláudia Raposo tem vindo a assumir vários cargos de direção na empresa – além de diretora de controlo de qualidade, assumiu também a direção de desenvolvimento (função que desempenhou no último ano e meio), antes de ser convidada pela direção para COO.
Cláudia Raposo passa a integrar a administração na qualidade de membro do Executive Committee, ao lado de Miguel Capelão, SRC officer, e Ricardo Parreira, CEO.
Ricardo Parreira refere na nota que “a Cláudia tem sido, ao longo dos anos, uma figura-chave na nossa organização. Além do bom trabalho desenvolvido enquanto diretora de controlo de qualidade, teve também ótimos resultados enquanto responsável pela área de desenvolvimento. É justamente esse amplo conhecimento que pretendemos que seja a sua marca distintiva neste novo desafio”.
Cláudia Raposo afirma que a PHC se “encontra numa fase muito positiva da sua vida empresarial. Além do fulgor internacional, motivado por uma aposta estratégica no mercado latino-americano, estamos também a assistir a uma consolidação das nossas soluções em Portugal”. Adianta ainda que “estamos confiantes, e todos os dados assim o indicam, de que 2015 vai ser um ano muito positivo para a marca”.
11-11-2015
Portal da Liderança
Angola e Moçambique assinaram um acordo de promoção e proteção de investimentos, bem como um memorando de entendimento para a cooperação na indústria.
O primeiro instrumento foi rubricado pelos ministros da diplomacia de Angola, Georges Chikoti, e de Moçambique, Oldemiro Baloi, enquanto o segundo foi assinado por este responsável e pela titular da pasta da Indústria de Angola, Bernarda Gonçalves Martins Henriques da Silva, noticia a Angop.
Ambos os instrumentos jurídicos foram assinados no âmbito da visita de Estado do presidente de Moçambique, Filipe Jacinto Nyusi, à República de Angola desde domingo, para o reforço das relações de amizade e de cooperação entre os dois Estados.
Em declarações à imprensa, o ministro das Relações Exteriores de Angola, Georges Chikoti, realçou a importância das relações entre os dois países, que já resultaram na assinatura de 22 acordos e um memorando de entendimento, além do assinado agora. “Os acordos assinados indicam que existem grandes intenções entre Angola e Moçambique, embora tenhamos feito pouco, mas existe um potencial muito grande entre os dois países, particularmente nas áreas do turismo, finanças, comércio, educação, petróleo e gás”.
Georges Chikoti referiu que, desde 1978, altura em que foi assinado o acordo geral de cooperação, pouca atividade foi feita, vaticinando que a visita do presidente Nyusi vai relançar as relações entre Angola e Moçambique, pois existe um grande interesse e potencial que os empresários angolanos podem explorar.
O chefe da diplomacia angolana referiu que o acordo de promoção e proteção de investimentos rubricado demonstra que os dois Governos pretendem criar condições para maior cooperação entre Angola e Moçambique e um melhor ambiente para os empresários dos dois países. Neste sentido, notou que, no encontro realizado na manhã de segunda-feira entre empresários de ambas as nações, houve uma grande vontade das duas partes de fazer mais. E anunciou que nos próximos tempos será assinado um acordo de facilitação de vistos, que irá juntar-se ao já existente de supressão de vistos em passaportes diplomáticos e de serviço. “Com a facilitação de vistos em passaportes ordinários, acho que vamos continuar a estimular um bom ambiente para os empresários dos dois países”, realçou o ministro. Referiu-se igualmente ao acordo assinado entre as companhias aéreas a TAAG (Angola) e a LAM (Moçambique), na perspetiva de acelerar a promoção de negócios e cooperação entre os dois Estados africanos.
11-11-2015
Portal da Liderança
A banca angolana continua a apresentar elevadas taxas de crescimento em termos de dimensão em 2014, ao registar um acréscimo de 7,3% em número de ativos, de 6,7% em agências e de 6,4% em colaboradores, de acordo com uma nota de imprensa do Banco Nacional de Angola (BNA), citada pela Angop.
O documento refere que esta é a principal conclusão da última edição da Análise ao Setor Bancário Angolano, apresentada recentemente em Luanda pelo chefe de auditoria & financial services da KPMG, Victor da Cunha Ribeirinho.
O estudo, que tem por base o universo de 23 bancos comerciais com atividade em Angola em 2014 e foi elaborado com recurso à informação pública disponibilizada pelas diversas instituições do sistema financeiro, demonstra uma quebra de 50,3% na rentabilidade do setor.
A população angolana bancarizada fixou-se, no final do ano passado, em cerca de 47% (dados obtidos com base no Censos 2014), crescimento fomentado pelas contas ‘bankita à ordem’, que no ano transato tiveram um número de adesões 36,8% superior ao anterior.
Nas agências, o setor registou um incremento que se traduziu em cerca de oito novos balcões por mês.
Quanto à evolução no número de colaboradores, os indicadores apontam um aumento de 6,4%, fixando o universo de bancários acima dos 20 mil colaboradores.
Em 2014 registou-se ainda uma evolução significativa na utilização de diferentes meios de pagamento e canais eletrónicos, reforçando a tendência dos últimos anos.
A Rede Multicaixa verificou um incremento nas transações em ATM (171 milhões – no valor de 1.131.863 milhões de kwanzas) e TPA, com mais 59%. O número de cartões vivos obteve uma taxa de crescimento de 29%.
O setor bancário angolano apresenta um valor de ativos totais superior em 7,3% ao de 2013, atingindo os 7.105 mil milhões de kwanzas.
Em termos de depósitos e recursos de clientes, o setor teve taxas de crescimento de 15,1%, ligeiramente abaixo das obtidas em 2013 (16,8%).
Este crescimento foi potenciado maioritariamente pelos depósitos à ordem, que representam 55% do total de depósitos.
Os depósitos em moeda angolana ascenderam a 69% (60% em 2013) do total de depósitos, refletindo desta forma o efeito da desdolarização que tem vindo a caracterizar a economia angolana.
O crédito concedido cresceu 8,9%, 3,9 pontos percentuais abaixo do registado em 2013, e 21,3 pontos percentuais abaixo do crescimento obtido em 2012.
Relativamente ao crédito vencido, verificou-se um aumento superior a 40%, em resultado de um crescente nível de incumprimento no mercado bancário angolano.
O produto bancário referente ao agregado do setor bancário angolano registou um acréscimo de 1,9%.
Esta situação corresponde a uma inversão da tendência verificada até 2013, sendo a primeira desaceleração registada ao longo dos últimos quatro anos.
O rácio cost-to-income fixou-se nos 50,9% em 2014, representando o melhor registo no período 2010-2014.
A tendência de decréscimo na rentabilidade continuou a verificar-se em 2014. E tanto o retorno dos ativos como o retorno dos fundos próprios registaram valores inferiores aos de 2013.
10-11-2015
Portal da Liderança
Rita Guerreiro, da University College of London (UCL), foi reconhecida com o Fondazione Gino Galletti Neuroscience Prize 2015 pelo seu trabalho sobre doenças neurodegenerativas.
A instituição italiana informa que o galardão foi atribuído à investigadora portuguesa pelo seu trabalho sobre as mutações do gene TREM2 e a relação com o desenvolvimento da doença de Alzheimer, refere a Lusa.
Este trabalho já tinha sido distinguido em janeiro com o Prémio Europeu do Jovem Investigador, atribuído pela associação francesa para a Investigação sobre Alzheimer. Rita Guerreiro venceu, também este ano, o prémio da Sociedade britânica de Investigação de Alzheimer e Demência na categoria de “realização académica”.
O geneticista John Hardy, o mais importante especialista britânico em Alzheimer e também investigador na UCL, considera a portuguesa “uma estrela em ascensão” na investigação da neurociência. “Encontrou o primeiro gene de Alzheimer em 15 anos e isso é uma descoberta revolucionária no meio”.
A cientista disse à agência Lusa que estes prémios são importantes em termos de “prestígio” e contribuem para a evolução do estatuto profissional, dado que atualmente está em vias de passar de investigadora financiada pela Alzheimer Society ao quadro de pessoal da UCL.
Natural de Estremoz, Rita Guerreiro, 35 anos, vive e trabalha no Reino Unido desde 2010, depois de ter realizado o doutoramento nos EUA, sempre acompanhada pelo também português e marido José Brás, com quem partilha a direção do laboratório.
O prémio atribuído pela fundação italiana, no valor de 10 mil euros, é pessoal e não precisa de ser aplicado em investigação. Rita Guerreiro confessou que este tipo de financiamento pode ser útil a “projetos pessoais” paralelos ao seu trabalho. E contou que, recentemente, foi contactada por uma família portuguesa que procurava diagnosticar a doença da filha mas estava com dificuldades em fazê-lo pelo sistema nacional de saúde de Portugal. “Aceitámos analisar o ADN e em três meses conseguimos fazer um diagnóstico, e descobrimos que ela sofre de uma doença descoberta apenas em 2013, o Síndrome Schaaf-Yang/MAGEL 2, que afeta umas 19 crianças em todo o mundo”. Entretanto, “já recebemos pedidos de outras famílias, mas não podemos responder sempre porque às vezes não temos os meios técnicos para o fazer”. Rita Guerreiro lamenta que as famílias de crianças portuguesas com doenças raras tenham de pagar 5 a 6 mil euros a um laboratório privado para obter um diagnóstico ou tenham de depender de estudos científicos feitos no estrangeiro.
09-11-2015
Portal da Liderança
Portugal está entre os 30 países mais ricos, prósperos e felizes do mundo. Isto de acordo com o Índice de Prosperidade Legatum, que avalia a Economia, Governação, Empreendedorismo e Oportunidades, Educação, Saúde, Segurança, Liberdade Pessoal e Capital Social, e coloca o país no 27.º lugar do ranking mundial.
O estudo realizado pelo Instituto Legatum, com sede em Londres, indica que a Noruega é o país mais rico, próspero e feliz do globo. Segue-se a Suíça, na segunda posição, a Dinamarca na terceira e a Nova Zelândia na quarta. Na cauda do top 5 está a Suécia. Depois temos o Canadá, a Austrália, os Países Baixos, a Finlândia e a Irlanda, que concluem o top 10.
Em termos gerais, Portugal encontra-se atrás de Espanha (no 24.º), mas acima, por exemplo, da Grécia (no 49.º). A Irlanda figura no 10.º lugar. A nível individual, Portugal obteve a sua melhor classificação na categoria de liberdade pessoal, com a 16.ª posição. Enquanto a Economia teve a pior avaliação, ocupando o 62.º lugar. A Governação surge em 32.º; o Empreendedorismo e Oportunidades no 31.º; a Educação no 46.º; a Saúde no 31.º; a Segurança em 18.º; e o Capital Social no 47.º, segundo o
índice.
09-11-2015
Portal da Liderança
Quando as pessoas falam sobre o segredo por detrás do sucesso de Silicon Valley, um dos temas comuns é a noção de reciprocidade.
Torben Rankine
Silicon Valley, nos EUA, está construído em camadas de confiança e na noção de que, se eu sou bem-sucedido, é em parte devido ao ecossistema de suporte em meu redor: o conhecimento disponível, os prestadores de serviços, o talento e a tecnologia, os primeiros adotantes, os primeiros investidores. Assim, é muito provável que, se for bem-sucedido, dê algo de volta ao ecossistema.
Há outro benefício associado a estar a viver na capital mundial da inovação – o efeito multiplicador. E que remonta à febre do ouro. Mas a riqueza não tem de vir necessariamente do próprio ouro. Por exemplo, quando, no início de 1850, Levi Strauss, que vivia na Costa Leste, ouviu falar da corrida ao ouro na Califórnia (Costa Oeste), mudou-se para São Francisco e fez fortuna a vender roupas, botas e outros artigos para as pequenas lojas de retalho do oeste americano e, claro, inventou as calças de ganga.
O mesmo acontece hoje na Área da Baía de São Francisco. Quando a Apple lançou o iPhone emergiu todo um novo, e enorme, mercado para aplicações (apps). Agora temos milhões de aplicações disponíveis e um espaço extremamente competitivo. Com o nascimento e promoção das apps surgiram outras oportunidades de negócio: a necessidade de rankings e comentários das aplicações, análise de dados sobre os utilizadores, a necessidade de dispositivos de armazenamento, aplicações na cloud, etc. O benefício de ser em Silicon Valley é o de se ter maior probabilidade de estar no lugar certo na hora certa.
Este efeito multiplicador vem das oportunidades de negócios que são geradas como resultado de inovações disruptivas, bem como do contínuo sucesso de empreendedores locais, que contribuem todos de volta para o ecossistema. O sucesso gera sucesso.
Temos o exemplo da Máfia PayPal – nome dado ao grupo de alumni da empresa de pagamentos online que foi adquirida pela eBay em 2002 –, se olhar para as start ups em que este grupo está envolvido vai ficar surpreendido.
Entre as start ups fundadas ou a ser apoiadas pela Máfia PayPal estão a Yelp, o LinkedIn, Uber, Airbnb, Square, Pinterest, Stripe, Palantir, SpaceX, Tesla, Yammer.
Até uma empresa como o YouTube, que foi comprada pela Google em 2006 por 1,6 biliões de dólares, foi fundada por três ex-alumni PayPal: Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim. Estes senhores: Elon Musk, Peter Thiel, Jeremy Stoppelman, Reid Hoffman, Keith Rabois, Max Levchin, David Sacks, Scott Banister, Roelof Botha fizeram todos parte da história da PayPal e estão no centro de muitas das atuais start ups-estrelas de Silicon Valley, e que são algumas das tecnológicas mais valiosas de sempre. Eles
passaram de criar novas empresas para investir noutras e aconselhar uma nova geração de jovens empreendedores. Enquanto o sucesso coletivo continuar,
Silicon Valley continuará a ser o centro da inovação e do universo start up.
09-11-2015
Torben Rankine é diretor da West Coast Sales e country manager da Leadership Business Consulting nos EUA.
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A brasileira Odebrecht venceu um contrato de 797 milhões de dólares (cerca de 743 milhões de euros) para construir linhas de energia elétrica em Angola.
A companhia do Brasil informa que o projeto, ligado ao Aproveitamento Hidroelétrico de Laúca, prevê a implantação de 754 quilómetros de linhas de extra alta tensão, de quatro novas subestações e ampliação de seis subestações, avança a Reuters.
Ainda de acordo com a companhia, a hidroelétrica, também construída pela Odebrecht, irá produzir 2.067 MW de energia. O arranque da atividade da hidroelétrica e da operação da primeira unidade geradora está previsto para julho de 2017.
09-11-2015
Portal da Liderança
O secretário executivo da Comissão Económica das Nações Unidas para África, Carlos Lopes, considera que, apesar da volatilidade que Angola atravessa, o país vai conseguir manter a taxa de crescimento da economia acima dos 4%.
“Angola depende muito do petróleo para as exportações, mas depende muito menos do petróleo para a sua economia e para o crescimento interno, por isso consideramos que, apesar da volatilidade, o país continuará a crescer acima dos 4%”, diz Carlos Lope em entrevista à Lusa a propósito dos 40 anos da independência, que se assinala este ano.
A previsão de Carlos Lopes está mais ou menos em linha com as previsões das principais instituições económicas internacionais, que antecipam que a economia angolana cresça um pouco menos que 4% este exercício, mas que consiga acelerar para mais de 4% a partir do próximo ano, embora haja também quem preveja que só em 2017 Angola vai conseguir retomar o crescimento significativo da economia.
04-11-2015
Portal da Liderança
As trocas comerciais entre a nação asiática e os países de língua portuguesa desceram 25,45% no período entre janeiro e setembro deste ano, para 76,47 mil milhões de dólares (70,25 mil milhões de euros), de acordo com dados oficiais.
Os Serviços de Alfândega da China revelam que nos primeiros nove meses deste ano a China comprou aos países de língua portuguesa bens avaliados em 47,81 mil milhões de dólares (43,91 mil milhões de euros), numa queda de 31,06%, e vendeu produtos no valor de 28,66 mil milhões de dólares (26,32 mil milhões de euros), uma descida de 13,76%.
O principal parceiro económico da China mantém-se: é o Brasil, com o volume das trocas comerciais bilaterais a cifrar-se em 55,6 mil milhões de dólares (51,08 mil milhões de euros) até setembro, menos 18,51% face igual período de 2014. As exportações da China para o Brasil atingiram 21,9 mil milhões de dólares (20,18 mil milhões de euros), numa quebra de 14,51%; enquanto as importações chinesas foram de 33,6 mil milhões de dólares (30,9 mil milhões de euros), refletindo uma descida de 20,9% em termos anuais homólogos.
Angola, o segundo parceiro chinês no universo da lusofonia, viu as trocas comerciais diminuírem em 44,9%, para 15,5 mil milhões de dólares (14,2 mil milhões de euros) entre janeiro e setembro. Pequim vendeu a Luanda produtos avaliados em 2,93 mil milhões de dólares (2,69 mil milhões de euros), menos 24,34%, e comprou mercadorias avaliadas em 12,6 mil milhões de dólares (11,59 mil milhões de euros), ou seja, menos 48,21% em relação aos primeiros nove meses de 2014.
Com Portugal, o terceiro parceiro da China no universo de países de língua portuguesa, o comércio bilateral alcançou 3,3 mil milhões de dólares (3,10 mil milhões de euros), uma descida de 6,39%, numa balança comercial favorável a Pequim, que vendeu a Lisboa bens na ordem de 2,19 mil milhões de dólares (2,01 mil milhões de euros), menos 5,89%, e comprou produtos avaliados em 1,18 mil milhões de dólares (1,09 mil milhões de euros), menos 7,30%.
O comércio sino-lusófono encontra-se em rota descendente desde o início do ano, somando quebras anuais homólogas consecutivas até setembro. “A conjuntura económica mundial encontra-se perante vários desafios (...). O abrandamento do comércio internacional e a redução dos preços das mercadorias refletiu-se no valor das importações e das exportações da China”, afirma o secretário-geral do Fórum Macau, notando porém que em termos da quantidade do volume não houve uma diminuição mas antes um aumento. Chang Hexi comenta a tendência numa entrevista publicada no mais recente boletim trimestral do próprio Secretariado Permanente do Fórum Macau (datado do início de setembro). Só nesse mês as trocas comerciais entre a China e os países de língua portuguesa cifraram-se em 8,63 mil milhões (7,9 mil milhões de euros), menos 5,62% por comparação com agosto.
Desde o início do ano, e até setembro, o valor mensal das trocas comerciais apenas superou a barreira dos 10 mil milhões de dólares uma única vez (julho).
Os dados divulgados incluem São Tomé e Príncipe, apesar de o país manter relações diplomáticas com Taiwan e não participar diretamente no Fórum Macau (Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa).
A China estabeleceu a Região Administrativa Especial de Macau como a sua plataforma para o reforço da cooperação económica e comercial com os países de língua portuguesa em 2003, ano em que criou o Fórum Macau, que reúne ao nível ministerial de três em três anos.
06-11-2015
Portal da Liderança
Este curso visa dotar os dirigentes de competências que lhes permitam planear e executar a estratégia com maior segurança, corrigindo sempre que necessário e procurando alternativas. Porque a gestão faz-se com métricas.
No final os participantes estarão aptos a:
- Compreender a importância do planeamento estratégico para o sucesso da sua organização;
- Saber medir as variáveis que afetam o contexto no qual se insere a sua organização;
- Saber analisar e avaliar a necessidade de revisão dos objetivos estratégicos;
- Conseguir desdobrar os objetivos estratégicos em objetivos operacionais;
- Adotar a métrica como a melhor amiga da sua organização.
Destinatários:Gestores, empresários, dirigentes e quadros com visão de futuro num contexto de gestão da mudança ou que pretendam ser eles os motores da mudança.
Local: Maputo, dias 24, 25 e 26 de novembro
Duração: 3 dias | 21 horas
Formação intra - Qualquer altura do ano
Para valores de
inscrição grupos, contacte:
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Francesc Cosano é o novo diretor-geral da Coca-Cola Iberian Partners, engarrafador da Coca-Cola para Espanha, Portugal e Andorra.
Cosano, que até agora ocupava o cargo de diretor de operações da empresa, substitui Víctor Rufart, que acaba de assumir o cargo de diretor do gabinete de integração da Coca-Cola European Partners, a empresa resultante da integração da Coca-Cola Enterprises, Coca-Cola Iberian Partners e a alemã Coca-Cola Erfrischungsgetränke AG (CCEAG), refere a companhia em comunicado.
Francesc Cosano fez parte do Sistema Coca-Cola em duas etapas da sua vida profissional. A primeira, entre 1988 e 1995, em que ocupou diversos cargos no departamento comercial da Cobega, S.A., concessionária da Coca-Cola na Catalunha, Aragão, Baleares, Canárias e Andorra, até à sua integração na Coca-Cola Iberian Partners. Esta etapa foi interrompida com cargos de diretor regional no Grupo Leche Pascual e na UDV-Angloespañola de Distribución, filial do grupo Diageo. Após um curto período nestas empresas, voltou à Cobega, primeiro como diretor comercial, onde tinha a responsabilidade da equipa de vendas com uma carteira de 80 mil clientes e, posteriormente, como diretor-geral adjunto, onde liderou as estratégias que permitiram a melhoria das vendas e a execução das operações e de atenção ao cliente.
Após a integração das oito engarrafadoras espanholas, Francesc Cosano foi nomeado diretor de operações da Coca-Cola Iberian Partners, cargo em que permaneceu até à recente nomeação.
Quanto a Víctor Rufart, iniciou funções como chief integration officer da Coca-Cola European Partners. Neste novo cargo terá como missão desenvolver as estratégias para a integração dos negócios dos três engarrafadores europeus que farão parte da nova empresa. Entre os seus objetivos está a identificação dos pontos fortes e melhores práticas de cada um destes engarrafadores para a sua integração e o desenvolvimento de uma estrutura que permita assegurar o crescimento do negócio, explica-se na nota.
No mercado luso, Andrés Curbelo é, desde o início do ano, diretor para Portugal, enquanto o português Márcio Cruz assume a responsabilidade das relações externas e da comunicação. Desde 2010 no sistema Coca-Cola, Andrés Curbelo foi diretor de business intelligence na Cobega, tendo assumido em 2014 o cargo de diretor de desenvolvimento de operações na Coca-Cola Iberian Partners, funções que desempenhou até chegar a Portugal. Por seu lado, Márcio Cruz chegou ao grupo em 2009, após oito anos na Compal. Iniciou o percurso na Refrige como responsável pelo mercado nacional, passando depois a gerente de vendas do canal horeca, cargo que ocupou até assumir no dia 1 de outubro as funções de diretor de relações externas e comunicação.
É acrescentado no documento que a Coca-Cola Iberian Partners irá “manter em Espanha e Portugal a estrutura e organização necessárias para produzir, vender e distribuir ao mercado, consumidores e clientes com a proximidade à realidade local que tem caracterizado o seu percurso ao longo dos últimos 64 anos”.
06-11-2015
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A OutSystems, multinacional portuguesa fornecedora da plataforma empresarial de entrega rápida de aplicações (RAD), foi distinguida com o NetworkWorld Asia’s Readers’ Choice Product Excellence Rising Star Award pelo desenvolvimento e gestão do ciclo de vida de aplicações.
Os The Readers' Choice Product Excellence Awards reconhecem fornecedores de tecnologia que tenham tido um grande impacto em empresas na Ásia, em 2015, baseando-se nos votos de leitores qualificados das diversas publicações dedicadas ao setor especializado das TI, como NetworkWorld Asia, a Networks Asia, a Asia Cloud Forum, Security Asia e Storage Asia.
Nas categorias Rising Star, os leitores votam nos fabricantes de produtos ou soluções “realmente inovadores, com grande potencial para responder às necessidades das empresas e que estão em rápido crescimento em termos de dimensão e de influência”, refere a empresa em comunicado.
Paulo Rosado, CEO da OutSystems, diz na nota que “estamos orgulhosos por esta distinção e pelo reconhecimento dos leitores do NetworkWorld”. “Acreditamos plenamente na capacidade da nossa plataforma e no nosso know how relativo às necessidades dos departamentos de TI. Isto é um facto a nível global mas especialmente na Ásia, onde se assiste a um grande crescimento na área”, adianta o responsável, acrescentando que “respondemos a este crescimento criando uma plataforma RAD que permite às empresas inovar à velocidade dos negócios digitais atuais”.
05-11-2015
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Hugo Salgueiro assumiu a gestão executiva da Fernandes, Martins e Salgueiro, Sroc (FMS), a empresa de auditoria da rede Your fundada em agosto deste ano.
Formado em gestão pelo Instituto Superior de Economia e Gestão, o revisor oficial de contas é um dos sócios fundadores da FMS. O responsável assume agora a gestão executiva da sociedade, depois de 14 anos na área de auditoria da KPMG, onde atingiu o cargo de senior manager. A empresa refere em comunicado que Hugo Salgueiro “traz para a FMS o vasto conhecimento adquirido na realização de auditorias e serviços relacionados com grandes grupos económicos e outras entidades cotadas em Portugal, bem como vários projetos em Angola”.
A FMS nasce num contexto de “mudança significativa no mercado e na regulamentação da atividade de auditoria, sob o compromisso de ser um exemplo de credibilização da profissão de revisor oficial de contas”. A firma, “em associação com o grupo Your, foi fundada por três ex-colegas de uma Big4 de auditoria e revisores oficias de contas”, adianta a nota.
Hugo Salgueiro refere no documento que, “a título pessoal, pretendo continuar a desenvolver a minha profissão de auditor ao mais alto nível, realizando em paralelo um sonho que sempre tive relacionado com o empreendedorismo. Pretendo contribuir ativamente para que a FMS se torne numa empresa de referência no mercado de auditoria, reconhecida por um trabalho de alto valor acrescentado para o cliente e como um exemplo na dignificação da atividade dos revisores oficiais de contas em Portugal”.
05-11-2015
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