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Agora pare e pense como é que a sua equipa encaixa ou pode vir a encaixar nestas categorias de Maxwell. Há categorias em que não tem ninguém? Há outras que não vê aqui presentes? Quais?
2. Como agradece?
Como relembra Maxwell, “uma parte importante de ser um líder eficaz consiste em dedicar algum tempo para mostrar apreço pelas pessoas que nos ajudam a obter sucesso.
Como o fazemos? Já alguma vez agradeceu individualmente a todas as pessoas na sua lista de apoiantes? Já lhes disse que aprecia e valoriza o seu contributo?
Recompensa essas pessoas regularmente? Se não lhes mostrar o seu apreço genuíno regularmente, não vai conseguir manter essas pessoas consigo por muito tempo.”
3. Quem são os seus mentores?
Quem é que o está atualmente a guiar e a encaminhar para o nível seguinte?
Se a sua resposta foi ninguém, então está na hora de procurar alguém que o faça.
E os seus mentores do passado? Já lhes agradeceu?
Aceite a sugestão de, até à próxima semana, lhes fazer chegar um agradecimento e o quão grato lhes está pelo contributo e mais-valias que lhe trouxeram.
Não se esqueça do que pode aprender com o erro de Brendan Eich e tenha sempre o respeito pelas pessoas que lidera e pelos seus clientes, pois deles depende que consiga alcançar os seus objetivos. O mundo é feito de diferenças e delas vem a beleza. Aceite ser quem é e aquilo em que acredita neste momento, mas respeite os que discordam das suas crenças, sejam elas religiosas, sociais ou desportivas!
*Fonte: Sapo Notícias
Fátima Rodrigues foi gestora do Portal da Liderança e editora de conteúdos da Leadership Business Consulting, tendo sido coordenadora editorial da área de business do grupo Almedina e lecionado na Congrégation Saint-Joseph de Cluny. Esteve ligada vários anos ao Conselho da Europa, onde exerceu funções de formadora do GERFEC em relações interculturais e interreligiosas em contexto corporativo e social.
O que lhe recomendo é que seja feliz. Como diz Marshall Goldsmith no seu Carisma, “Cada decisão no mundo é feita pela pessoa que tem a oportunidade de fazer essa decisão – não a pessoa “certa”, ou a pessoa mais “inteligente”, ou a pessoa “mais qualificada” – e , na maior parte dos casos, não é você. Se influenciar este decisor, causará uma diferença positiva. Se não influenciar este decisor (…) aprenda a viver com isso. Terá uma vida melhor! E fará uma diferença mais positiva na sua organização e será mais feliz!”
Fátima Rodrigues foi gestora do Portal da Liderança e editora de conteúdos da Leadership Business Consulting, tendo sido coordenadora editorial da área de business do grupo Almedina e lecionado na Congrégation Saint-Joseph de Cluny. Esteve ligada vários anos ao Conselho da Europa, onde exerceu funções de formadora do GERFEC em relações interculturais e interreligiosas em contexto corporativo e social.
Os Presidentes deviam funcionar como “chairmen” do país. Um chairman é alguém que, por não ter funções executivas, pode pensar para além do curto prazo. Da gestão operacional. E que por isso aponta objectivos estratégicos.
Numa altura em que se completam 40 anos sobre a revolução de Abril, importa perceber que Presidentes tivemos nós: Presidentes-"chairmen" (líderes)? Ou Presidentes-CEO (gestores operacionais)?
Desde 1976, o Palácio de Belém já teve quatro inquilinos: Ramalho Eanes, Mário Soares, Jorge Sampaio e Cavaco Silva. Todos ocuparam o cargo por dois mandatos. Eanes funcionou como a transição da tutela militar (MFA) para a tutela civil e teve um contributo fundamental para a pacificação da sociedade. Mas não tinha pensamento estratégico, razão que devia ter desaconselhado um segundo mandato.
Seguiu-se Mário Soares, que passou o primeiro mandato a garantir a reeleição. Já nos segundos cinco anos funcionou, a espaços, mais como CEO do país (tarefa da responsabilidade do 1º ministro), do que como chairman. Com Sampaio passou-se algo parecido: pouco conhecedor de questões económicas, não percebeu que, com a adesão ao Euro, Portugal precisava de um novo objectivo estratégico. E ajudou a complicar o problema orçamental com a célebre frase “Há mais vida para além do Orçamento”.
De Cavaco Silva esperava-se postura diferente. Até pela sua formação económica. Como os principais desafios do país estavam na frente económica (reformas estruturais) e financeira (contas públicas desequilibradas), pensou-se que seria um Presidente mais exigente. Mas a sua praxis decepcionou: a necessidade de garantir a reeleição e o receio da impopularidade, levou-o a condescender com os desvarios financeiros que nos colocaram, pela terceira vez em 34 anos, à beira do abismo.
Conclusão: o país tem um défice de liderança. Nenhum dos quatro Presidentes que tivemos apontou qualquer objectivo de médio e longo prazo para Portugal. Nenhum deles foi, enquanto Presidente, um agente activo de mudanças estruturais. Soares-1º ministro, por exemplo, foi muito mais estratega com o pedido de adesão à Europa do que Soares-Presidente. E tal como os três que se lhe seguiram, não deu nenhum contributo para o maior problema da Democracia: o descontrolo das finanças públicas. Problema que, recorde-se, é recorrente: a desordem orçamental foi a grande pecha da 1ª República e da monarquia constitucional…
O país não será viável se não tivermos líderes que pensem onde queremos estar daqui a 10 ou 15 anos. E na forma de lá chegar. Quem melhor do que os Presidentes para fazer esse papel? É esta reflexão que precisamos de fazer, passados 40 anos sobre Revolução que nos devolveu a Liberdade.
Camilo Lourenço é licenciado em Direito Económico pela Universidade de Lisboa. Passou ainda pela Universidade de Columbia, em Nova Iorque e University of Michigan, onde fez uma especialização em jornalismo financeiro. Passou também pela Universidade Católica Portuguesa. Entre a sua experiência profissional encontramos redator principal do “Semanário Económico” (desde 1988); coordenador da secção Nacional do “Diário Económico” (de que foi um dos fundadores) desde 1990. Diretor adjunto da revista “Valor”, que ajudou a fundar (1992). Diretor da mesma revista (1993), onde se manteve até 1995. Editor de Economia da Rádio Comercial, de 1992 a 1997. Diretor editorial das revistas masculinas da Editora Abril/Controjornal: “Exame” (revista que também dirigiu); “Executive Digest”, entre outras. Comentador de assuntos económicos da Rádio Capital, de 2000 a 2005. Diretor da revista “Maisvalia” (de 2003 a 2005). Comentador da RTP e RTP Informação, onde passou também a apresentar o programa “A Cor do Dinheiro” (desde 2007). Colunista do “Jornal de Negócios (desde 2007); comentador de assuntos económicos da Media Capital Rádios (desde 2010). Numa das rádios do grupo, a M80, apresenta dois programas: “Moneybox” e “A Cor do Dinheiro”. Comentador de assuntos económicos da televisão generalista TVI, onde apresenta “Contas na TV”. A par destas funções, Camilo Lourenço é docente universitário. Lecionou na Universidade de Lisboa, na Universidade Lusíada e no Instituto Superior de Comunicação Empresarial. Por outro lado leciona pós-graduações e MBA. Em 2010, por solicitação de várias entidades (portuguesas e multinacionais), começou a fazer palestras de formação, dirigidas aos quadros médios e superiores, em áreas como Liderança, Marketing e Gestão. Em 2007 estreou-se na escrita, sendo o seu livro mais recente “Saiam da Frente!”, sobre os protagonistas das três bancarrotas sofridas por Portugal que continuam no poder.
Miguel Frasquilho vai substituir Pedro Reis na presidência da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), apurou o Expresso. O deputado do PSD e economista foi convidado pelo primeiro-ministro e aceitou.

Para vice-presidentes da AICEP, os nomes ainda não estão fechados.
Miguel Jorge Reis Antunes Frasquilho nasceu em 1965, licenciou-se em Economia na Universidade Católica e é mestre em Teoria Económica. É quadro superior do Banco Espírito Santo, onde é diretor coordenador da Espírito Santo Research.
Aderiu ao PSD no ano de 1996, inspirado pelo primeiro-ministro que nesse ano terminava o seu período de governação. "Se eu fosse um miúdo aquilo que eu queria ser quando fosse grande era um economista como Cavaco Silva. Era a minha referência política. Filiei-me no PSD por causa dele", contou Miguel Frasquilho em entrevista ao Jornal de Negócios em Maio de 2013.
O seu primeiro cargo político de relevo aconteceu seis anos depois, em 2002, quando se tornou secretário de Estado do Tesouro no Governo de Durão Barroso. Mas a relação com Manuela Ferreira Leite, então ministra das Finanças, não foi fácil. Frasquilho acabou remodelado cerca de um ano depois.
Nessa altura, foi autor e responsável, em conjunto com Carlos Tavares, do famoso "choque fiscal" defendido no programa do PSD. Este choque passava pela defesa de uma forte redução do IRC sobre as empresas como forma de o país atrair investimento.
É deputado à Assembleia da República desde 2005, pertencendo até agora à comissão parlamentar de orçamento e finanças.
No Congresso de 2010 do PSD, quando Passos chegou ao poder, causou polémica ao defender cortes salariais.
Na atual legislatura, foi dos primeiros elementos da maioria a pedir mais tempo para o ajustamento de Portugal. Como liberal assumido, continua a defender a baixa dos impostos, apontando baterias ao IRS.
Os novos membros do Governo provincial do Cuanza Sul, Angola, recentemente nomeados, tomaram posse, na cidade do Sumbe, em ato orientado pelo governador local, Eusébio de Brito Teixeira.

Tomaram posse os diretores provinciais da Cultura, Manuel Rosa do Nascimento, da Juventude e Desporto, Agostinho Miquinho Domingos, de Geologia e Minas, Honorato da Paixão Kondjasili, e das Pescas, Adão da Silva Pereira.
Foram igualmente empossados a administradora municipal do Porto-Amboim, Eddnes Loudes Nangasole Huassuaca, o administrador adjunto do Porto-Amboim para a área técnica, Carlos Augusto Armando.
Para administrador adjunto de Conda foi empossado António Júnior, para administrador adjunto do Ebo, Adriano Henrique Mendes, para adjunto de Cassongue, Fernando Camunda, adjunto da Quibala, Joaquim Orlando, adjunto da Cela, João Januário.
A administradora comunal de Quicombo, Angelina Jaime, de Gangula Pedro Domingos Quitembo, bem como João Chiquinho Maurício, Júlia Paciência, Vitoria Domingos Braga, Pedro Francisco Miguel e Ana Kambundo Armando da Silva (administradores comunais adjuntos da Quissanga Cungo, Sanga, Quissongo e Dala Cachibo) também foram empossados.
No ato, os membros do Governo juraram ser fiéis à Pátria, cooperar na realização dos fins superiores do Estado, defender os princípios fundamentais da ordem estabelecida na Constituição, respeitar as leis e realizar com zelo às funções para as quais foram designados.
O governador provincial do Cuanza Sul, Eusébio de Brito Teixeira, referiu que “Numa ocasião como esta, é sempre bom lembrar que devem estar ao serviço do povo e não servir-se dele”.
A Mota-Engil vai alargar o conselho de administração dos atuais 15 para 16 membros, fazendo entrar neste órgão os CEO das suas áreas de negócio da Europa, África e América Latina.

De acordo com a proposta da acionista Mota Gestão e Participações para o conselho de administração no mandato 2014-2017, que será votada na assembleia geral mercada para 30 de Abril, passam a integrar este órgão Martinho de Oliveira, CEO da Europa, Gilberto Rodrigues, CEO de África, e João Parreira, CEO da América Latina.
De acordo com a proposta, deixam de fazer parte do conselho de administração da Mota-Engil Maria Isabel Peres e Pedro Antelo. Os restantes administradores mantêm-se.
Na passada segunda-feira, na apresentação dos resultados anuais, o presidente executivo Gonçalo Moura Martins considerou que o grupo precisa de “maior descentralização ao nível do processo de decisão”, admitindo ter “membros da comissão executiva no exterior”.
Portugal é atualmente o quarto mercado mais importante para o grupo, depois de Angola, Malawi e Peru. Os mercados externos representaram em 2013 74% do volume de negócios da Mota-Engil, tendo o CEO admitido que em 2014 esse peso ultrapasse os 80%.
A partir da próxima sexta-feira, 4 de abril, o conhecido economista e jornalista financeiro Camilo Lourenço, junta-se ao Portal da Liderança como colunista. 
Após um ano de existência, o Portal da Liderança abre uma nova rubrica e passará a contar com colunistas.
O primeiro a chegar até si será Camilo Lourenço, numa rubrica semanal que promete ser direta, pertinente e atual.
Veja o que Camilo Lourenço tem a dizer sobre a liderança política e sobre a liderança empresarial, na grande entrevista que deu ao Portal da Liderança.
Leia o que Camilo Lourenço tem a dizer esta semana.
Camilo Lourenço é licenciado em Direito Económico pela Universidade de Lisboa. Passou ainda pela Universidade de Columbia, em Nova Iorque e University of Michigan, onde fez uma especialização em jornalismo financeiro. Passou também pela Universidade Católica Portuguesa.
Rui Miguel Nabeiro, CEO da Delta, refere que uma das grandes dificuldades que sente de momento "é motivar as pessoas" e que "Algumas ideias que temos vindo a desenvolver e que podem ser o futuro em termos de inovação, foram dadas pelos colaboradores do grupo". Sobre o seu avô Rui Nabeiro, confessa que é uma influência "desde que nasci" e que o que "mais tenho aprendido com ele é a sua componente relacional".
Não há um único líder que nunca tenha falhado. Só quem arrisca e aposta, mesmo que falhe, conhece o sucesso. Um líder não se define por ser mais um, mas por ter a coragem e a ousadia de arriscar e a humildade para ultrapassar os momentos menos bons.
Portal da Liderança (PL): É CEO da Delta desde 2005. O que o move e onde quer chegar?
A ambição faz parte de quem está à frente de algum negócio.
PL: Como vê o crescimento do consumo doméstico de café através de cápsulas e a forte concorrência na área? Qual o impacto que tem gerado no negócio da Delta?
Rui Miguel Nabeiro (RMN): A marca Delta Q é atualmente líder no mercado nacional de cápsulas e já representa 20% no total do negócio do Grupo Delta Cafés. Como tal apraz-me dizer que Delta Q tem gerado um impacto muito positivo.
PL: Trata-se de uma área que veio para ficar? Irá esta dar origem a novos produtos?
RMN: Temos vindo a desenvolver a marca e a apostar em inovações através do lançamento de novas máquinas e também no lançamento de novos blends. No caso dos mercados internacionais, e concretamente no mercado brasileiro, a marca Delta Q tem-se revelado uma aposta ganha, o que nos motiva cada vez mais.
PL: É um dos responsáveis do Delta Q.1, um projeto que idealizou e acompanhou desde 2006. Como cria e desenvolve dinâmicas de inovação na organização
PL: O Grupo Delta encontra-se em seis países, Portugal, Espanha, França, Luxemburgo, Angola e Brasil. Quais as dinâmicas que desenvolve para melhor gerir esta presença internacional?
RMN: Tentamos ao máximo ter uma maior proximidade com os nossos colaboradores e, obviamente, com os nossos distribuidores e clientes, à margem do que acontece no território nacional. Tem sido esta a cultura da nossa empresa, e sabemos que devemos continuar a cultivá-la.
PL: Tem responsabilidade direta na área estratégica e de operações. Que dificuldades está a sentir no seu negócio?
RMN: Uma das grandes dificuldades que sinto neste momento, e penso que acaba por ser um sentimento geral, é motivar as pessoas. Num contexto adverso, esta é, sem dúvida, uma das maiores dificuldades dos últimos tempos. Temos de ser realistas e perceber que quando a nossa economia está em contra ciclo, é complicado gerar motivação. Acredito, porém, que devemos manter o objetivo de motivar, dinamizar e estimular os nossos pares. Este é sem dúvida um aspeto fundamental na função de líder e que não pode ser descurado.
PL: Muitos têm sido os grandes talentos que estão a deixar o país. Como retém os seus talentos e potencia a liderança dentro da Delta?
RMN: É essencial saber promover o talento e dar-lhes confiança para o futuro. Dentro do Grupo Delta, temos desenvolvido ferramentas para jovens licenciados no sentido de, também eles, terem a oportunidade de ascenderem dentro do Grupo, nos mais variados sectores, e a verdade é que tem sido muito interessante ver que o nosso país tem muitos e bons talentos.
PL: A Delta começou, mantém-se e muito tem feito pela comunidade de Campo Maior. A retribuição à comunidade em que se inserem é uma das preocupações da organização?
RMN: De outra forma não poderia ser até pelos fortes laços da empresa com a comunidade. Somos uma empresa de Rosto Humano, e Campo Maior representa bem aquilo que é o ADN da Delta Cafés. São as pessoas que nos motivam, são as pessoas que trabalham connosco lado a lado, diariamente, e foi em Campo Maior que tudo começou, há mais de 50 anos.
PL: Foi reconhecido internacionalmente com a nomeação na categoria de The RSM International Entrepreneur of the Year Awards nos European Business Awards 2010 e foi apontado recentemente como um dos líderes mais promissores de Portugal. O que está na base da sua atuação enquanto líder?
O que me carateriza acima de tudo é o foco, a exigência e acima de tudo uma grande partilha em tudo aquilo que fazemos.
PL: Qual o balanço que faz da prática da gestão em Portugal?
RMN: Considero que cada vez mais surgem casos de boas práticas, no que toca a jovens gestores, que começam a emergir e a trazer novas dinâmicas às empresas. O que nos dá alento e confiança para o presente e futuro.
PL: O que recomenda aos jovens líderes da lusofonia para reagirem ao erro e exercerem uma melhor liderança?
Só quem é corajoso e ousado é que consegue fazer a diferença.
PL: Onde mais tendem a falhar os líderes?
RMN: Penso que não há um único líder que nunca tenha falhado. Uma falha não significa falta de liderança, porque só quem arrisca e aposta, mesmo que falhe, conhece o sucesso. No entanto diria que as pessoas têm de ser o foco de qualquer líder e, se este não souber motivar, orientar e envolver as suas equipas está, certamente, a falhar naquela que é a sua missão.
PL: O seu avô, Rui Nabeiro, criou a empresa em 1961 na vila alentejana de Campo Maior, num pequeno armazém com 50 metros quadrados e sem grandes recursos, tendo começado com apenas duas bolas de torra de 30 kg de capacidade. O que destaca da atuação e da liderança do seu avô? É uma influência para si?
PL: Qual o líder nacional ou internacional cuja liderança destaca e porquê?
RMN: Acho que é óbvio. O meu avô!
Rui Miguel Nabeiro nasceu a 23 de Janeiro de 1979 e mostrou desde cedo capacidade de liderança e espírito empreendedor. Concretizou o ensino secundário nos Salesianos de Lisboa, em 1997, e foi na Universidade Católica Portuguesa que concluiu, em 2003, a licenciatura em Gestão. Enriquecer o currículo e ter uma aprendizagem constante são objetivos que marcam o percurso profissional e pessoal de Rui Miguel Nabeiro. Programação em Flash pela NHK – Portugal, Formação na área de Equipamento Hoteleiro na Brasília – Itália – Programa de Marketing e Gestão de Recursos Humanos para Executivos – Universidade Católica, Curso de Cata de Café, Associação Comercial de Santos – Brasil – são alguns dos cursos que o jovem administrador da Delta Cafés realizou nos últimos anos, para além do vasto conhecimento na área da informática, concretamente na construção de páginas Web. Tem ainda frequência em cadeiras optativas de Tecnologias de Sistemas de Informação Integrados, Comércio eletrónico e E-Business, para além da capacidade em falar e compreender várias línguas como o inglês, o espanhol, o italiano e o francês. Logo após a conclusão da sua licenciatura Rui Miguel Nabeiro estagiou na Coprocafé – Ibéria, na área de Trading e Controlo de Qualidade, com uma incursão ao Vietname. Foi o início para o estágio na Brasília, Itália, e na Volcafé em Wintherthur, Suíça. De regresso a Portugal, a Direção de Marketing da Delta Cafés, em Campo Maior e a liderança do departamento de Lisboa da referida empresa, onde se encontra atualmente, fazem parte da sua evolução enquanto profissional.
O Curso Prático de Eficiência Operacional, Organização e Processos visa facilitar a função de quem tem a responsabilidade de gestão e direcção, apontando ferramentas e instrumentos para ganhos de produtividade e eficiência organizacional.
No final do curso, os participantes estarão aptos a:
[Consulte aqui outras sugestões de programas de desenvolvimento]
O português substitui no cargo o alemão Martin Selmayr, que será o responsável pela campanha de Jean-Claude Juncker à presidência da Comissão Europeia.

Telmo Baltazar nasceu em Lisboa há 45 anos, é licenciado em Relações Internacionais e tem uma pós-graduação em Business Administration.
Começou a trabalhar na Comissão Europeia em 1995, exercendo funções primeiro no Secretariado Geral e mais tarde na Task Force para a Justiça e Assuntos Internos.
Depois de passagens por Washington, como conselheiro na Delegação da União Europeia nos Estados Unidos, e da atividade como porta-voz do Comissário europeu da Justiça, Telmo Baltazar tornou-se membro do gabinete da vice-presidente, em 2010, o qual agora vai chefiar.
Osvaldo Borges foi apresentado e empossado como novo Reitor da Universidade Jean Piaget de Cabo Verde (UniPiaget). A cerimónia teve lugar no auditório da UniPiaget.

O novo reitor substitui Jorge Brito (na foto), que esteve oito anos no cargo. O ato de empossamento foi presidido por Luís Cardoso, presidente do conselho diretivo do Instituto Piaget, e contou com as presenças do administrador-geral, Luís Filipe Tavares, e do reitor cessante, Professor Doutor Jorge Brito.
Segundo adianta a mesma fonte, enquanto novo Reitor, Osvaldo Borges afirmou estar ciente do enorme desafio que doravante terá à frente da UniPiaget. Manifestou, ainda, a sua total abertura em trabalhar conjuntamente com todas as estruturas desta universidade em prol do desenvolvimento do ensino superior em Cabo Verde.
O reitor agora nomeado tem a responsabilidade de formar a nova equipa reitoral.
Livro
Estas e outras perguntas são respondidas pela autora Maria Duarte Bello. Depois dos anteriores livros – Top 10 de Negócios e 50 Segredos de Coaching para Portugueses - esta coach especialista em protocolo traz-nos um livro original com dicas e conselhos estratégicos no que toca à indumentária, comportamentos, formas de cumprimentar, regras para conduzir uma reunião de acordo com a cultura local, gastronomia, conversação e originalidades de 49 países. Conhecimentos indispensáveis, para alcançar o sucesso em qualquer lugar do mundo.
PL: É autora de várias obras, entre elas o livro “Empresários à conquista do mundo”. O que torna este livro diferenciador e pertinente aos líderes da lusofonia?
MB: Pretende-se abordar e chamar a atenção para o mundo global onde comunicamos e negociamos. Ser um negociador experiente significa sobretudo entender as gentes e aceitar modos de vida diferentes. Os choques culturais ainda estão longe de ser pacíficos e o livro ajuda nessa orientação. Saber comportar-se em qualquer parte do globo passa, antes de mais, por entender que os interlocutores são pessoas a respeitar e que a convivência saudável e duradoura pode conduzir a negócios excelentes.
PL: O que é mais importante na negociação com parceiros de Angola, Cabo Verde e Moçambique? Há grandes diferenças entre eles ou vários pontos comuns?
MB: Os empresários angolanos são formais e cerimoniosos no início. Mas à medida que as conversações vão decorrendo e se estabelecem pontos de vista comuns, tornam-se bastante calorosos e amigáveis. Mas nunca deixam de ter presente a vantagem de potencial negócio. E podem passar rapidamente a outro interlocutor sem muitas explicações.
Em Cabo Verde privilegiam-se os contatos sociais, onde é visível o imenso orgulho que têm na cultura tradicional, nomeadamente na música, nos trajes e na gastronomia. É comum misturarem os convites oficiais com membros do governo com os dos seus parceiros de negócios. O que não será de estranhar, por se tratar de uma comunidade mais próxima e unida.
Os moçambicanos são muitíssimos respeitadores das hierarquias e as negociações costumam ser demoradas até ganharem a confiança necessária para negociar.
Pode dizer-se que nestes países é ponto facilitador usar conhecimentos comuns ou ter recomendações de outros empresários.
PL: E com o Brasil?
MB: Os brasileiros primam pela hospitalidade. Qualquer empresário estrangeiro é tratado como se fosse um amigo. O que por vezes favorece alguma confusão entre conversas amigáveis e sobre o negócio. É importante salientar que se trata de um país cheio de diferenças e que não é a mesma coisa negociar com um interlocutor de São Paulo ou do Rio de Janeiro, por exemplo.
PL: O que faz a diferença na negociação com parceiros de Portugal?
MB: A língua portuguesa é um elo de ligação, apesar das muitas variações entre os termos usados. Não podemos esquecer que são povos “velhos conhecidos”, pois muitos empresários, sobretudo angolanos e cabo-verdianos, estudaram, têm família e visitam Portugal com regularidade.
PL: Detentora de duas empresas e CEO de ambas, quais os aspetos mais importantes na gestão das suas equipas?
MB: Destaco aqueles que do meu ponto de vista são indispensáveis: ter visão, dar o exemplo, saber escutar, confiança e lealdade, motivação constante, direcionar o rumo, dar reconhecimento 3e comunicação diferenciada para cada elemento.
PL: Foi a primeira mulher a fazer coaching em Portugal. Quais os principais desafios que se lhe depararam até hoje?
MB: Qualquer desafio deve ser encarado como uma oportunidade para se conseguir fazer diferente e melhor. Fazer com que as ambições e desejos das pessoas/clientes se tornem realidade e a conciliação entre tarefas variadas mas complementares são reptos quotidianos.
PL: É membro da Associação Portuguesa das Mulheres Empresárias. Em termos de oportunidades e desafios, o que enfrentam as mulheres empresárias portuguesas de hoje?
MB: As mulheres empresárias estão a um passo de ocuparem a maior parte dos lugares de topo. Estão em maior número nas universidades e, pela particularidade do género, são muito exigentes consigo mesmas. Neste sentido, considero que as oportunidades existem mas nem todas as mulheres estão dispostas a agarrar os desafios e as responsabilidades que surgem. Hoje, ainda significa abdicar ou adiar a criação de uma estrutura familiar estável.
Maria Duarte Bello é diretora-geral da MDB - Coaching e Gestão de Imagem, Unipessoal Lda. Coach especialista em Executive, Team e Life Coaching, formada pelo Instituto International OlaCoach e pela The International School of Coaching, entidades reconhecidas pelo ICF – International Coach Federation. Com um master em Gestão de Imagem pela Universidade Complutense de Madrid; Estudos Avançados em Comunicação Social pela Universidade Complutense de Madrid e doutoranda em Comunicação Social pela mesma. Licenciada em Direito. É formadora nas áreas da Comunicação e Comportamento e Gestão de Imagem. Consultora de Protocolo na organização de eventos. É ainda docente no ISLA Campus Lisboa – Laureate International Universitie; foi ainda docente no Instituto Superior de Novas Profissões (INP). O livro “Empresários à Conquista do Mundo – As Regras do Protocolo Empresarial” foi para mim uma aquisição de oportunidade, já que assim que o vi na livraria me deixei conquistar imediatamente pelo título, que me deixou curiosa quanto ao seu conteúdo. Recordo-me de pensar na utilidade que um livro desta natureza pode ter para o sucesso dos empresários portugueses, que arriscam e investem na conquista de mercados externos. Reforcei a minha perceção inicial após a sua leitura.
Na verdade, no “Empresários à Conquista do Mundo”, a autora Maria Duarte Bello dá-nos mais do que as orientações para lidar com executivos de 51 países.
Ao ler o livro, colhemos ideias muito práticas de negociação em qualquer parte do mundo, muito associadas ao bom senso, mas que tantas vezes são esquecidas: como tornar as propostas mais interessantes, posturas em apresentações, linguagem corporal, demonstração de respeito pelo interlocutor, estabelecimento de relacionamentos, e perceber o que pode interessar à outra parte da negociação.
Por último, uma palavra quanto à estrutura do livro. Um aspeto de grande utilidade que eu, pessoalmente, valorizo, é o facto de incluir, no final de cada item, uma ideia resumo com o essencial a reter.
A reter: Vale a pena ler o livro “Empresários à Conquista do Mundo – As Regras do Protocolo Empresarial”, pela sua estrutura e pelo seu conteúdo. É útil para quem viaja, e não apenas para empresários, pois dá-nos ferramentas concretas sobre de como lidar com as diferenças culturais, embora seja mais direcionado para o mundo empresarial.
Vera Alemão de Oliveira é licenciada em Gestão e Administração Pública na vertente de Recursos Humanos e pós-graduada em Estudos Europeus. Atualmente é Assistant Manager na Leadership Business Consulting. Ao longo da sua carreira, deu formações em Protocolo e Imagem, Relações Públicas, Inteligência Emocional, entre outros temas relacionados com competências comportamentais. Foi responsável pelo Departamento de Comunicação e Imagem de uma empresa de consultoria na área da Engenharia e teve responsabilidades na gestão de um Departamento de Recursos Humanos.
Norberto Guimarães, Gestor de Produto do Google (Youtube), aconselha a que "Não siga apenas os outros. Ser irreverente é algo que pode ser muito positivo." Sobre Larry Page destaca "a visão de longo prazo e acreditar em coisas que ninguém vê". Confessa que correu o risco de "deixar um emprego confortável na Alemanha e vir para a Califórnia porque queria fazer mais startups".
Siga a sua paixão. Não faça nada apenas porque está "hot" ou porque é um "megatrend", mas porque realmente acredita e é capaz de trabalhar por isso a noite dentro e acordar de manhã com vontade de o fazer de novo.
Portal da Liderança (PL): Qual foi o momento decisivo na sua vida?
PL: Para si, quais são as caraterísticas fundamentais que um líder deve ter?
PL: E o que o carateriza enquanto líder?
Norberto Guimarães (NG): A paixão.
PL: Qual a sua referência de liderança a nível mundial?
PL: A Google está sediada em Silicon Valley. Que lições retira deste gigantesco centro de inovação mundial?
NG: Penso que podemos retirar várias como:
Siga a sua paixão. Não faça nada apenas porque está "hot" ou porque é um "megatrend", mas porque realmente acredita e é capaz de trabalhar por isso a noite dentro e acordar de manhã com vontade de o fazer de novo. Não siga apenas os outros. Ser irreverente é algo que pode ser muito positivo.
PL: Partilhe três ideias do que pensa que pode ser feito em Portugal, de modo a apoiar e impulsionar o empreendedorismo e a aumentar as ligações com Silicon Valley.
NG: Primeiro que tudo será acreditarem em si próprios, que os momentos difíceis às vezes são ótimas oportunidades para criar algo novo. Quanto às ideias, sugiro que acompanhem um site onde existam um conjunto de vídeos motivacionais e artigos com as histórias de outros empreendedores. Também deverá haver um intercâmbio de incubadoras. Há várias incubadoras em Portugal e muitas aqui nos Estados Unidos, onde as equipas podem estar por três semanas ou por três meses. Aconselho a que vão continuamente equipas daqui para Portugal e de Portugal para cá, de modo a criar uma ligação dos empreendedores americanos a Portugal e vice-versa. Outra ideia seria existir um café e uma casa do empreendedor. Cá existem diversos casos desses, em que há um restaurante ou uma área de convívio onde se reunem frequentemente empreendedores.
PL: Foi recentemente premiado pelo Best Leader Awards EUA na categoria de Leader Award Technologies. Qual a importância deste prémio para si?
PL: Que conselhos deixa aos jovens empreendedores e aos novos líderes?
Norberto Guimarães é gestor de Produto na Google (YouTube), sendo responsável pelas recomendações e perfis dos utilizadores. É ainda Membro do CNEI - Conselho Nacional para o Empreendedorismo e Inovação. Foi cofundador e trabalhou na fase inicial de sete start-up's na área de mobile, web e high-tech. Foi ainda Vice-presidente e membro da equipa fundadora da CleverSense, em Silicon Valley, empresa na área de recomendações locais em mobile, baseadas em inteligência artificial, que foi adquirida pela Google em 2011. Licenciado em Engenharia Industrial e Gestão pela Universidade do Porto, tem um MBA de Berkeley (Universidade da Califórnia). Estudou ainda em cinco outras universidades no Norte da Europa.
Atrevo-me a dizer que numa organização equilibrada entre homens e mulheres, 50/50, as mulheres terão mais sucesso em termos carreira hierárquica porque procuram o sucesso. O homem tende a investir mais tempo na gestão dos meios.
*Dado de um estudo da Informa D&N em 2013 intitulado “Presença Feminina nas empresas em Portugal”.
José Miguel Marques Mendes nascido em Fafe em 1967, estudou em Braga, Guimarães e Aveiro, onde se licenciou em Engenharia Cerâmica e do Vidro e, no Porto, onde tirou o MBA em Gestão na Porto Business School. No âmbito profissional, exerceu em V.N. de Gaia, Badajoz (Espanha) e León (Espanha), Coimbra e o Porto. Com cerca de 20 anos de vida profissional, iniciou-se em 1995 no grupo vidreiro BA com uma carreira o levou de jovem estagiário a diretor executivo, em 9 anos. Em 2004 decide tornar-se um empreendedor e inicia uma nova fase da carreira com uma simbiose muito séria entre a gestão, o empreendedorismo e a liderança. É fundador de um grupo na área da saúde onde esteve até 2010. Em nova iniciativa, aceita liderar o grupo editorial e livreiro de Coimbra, Almedina. Em 2012, a veia empreendedora assume nova visibilidade e funda a Mistura Singular com mais 5 sócios com um propósito de através da gestão, ajudar os empresários a mudar o rumo das suas empresas. Em paralelo ao percurso profissional, vai alimentando a “dimensão liderança” das pessoas, incutindo-lhes a capacidade de ver para além do óbvio. Acontece, por um lado em processos formais de mentoring, mas também conversando sempre que é desafiado para tal. Quem com ele se relaciona, diz-se, não fica indiferente. O seu blog “Liderança sem diploma” é um sinal de que acredita que todos podem liderar, quanto mais não seja a si mesmos.
Horta Osório usou o desporto para falar sobre a sua vivência de liderança. Segundo este, “O desporto é onde se vê qual a fibra e o caráter dos adversários e nos conhecemos melhor a nós próprios: onde se aprende a dominar as angústias, as frustrações, ou a jogar com fairplay. Ganhar ou perder é desporto! Eu vou atrás das bolas todas. Só perco se não conseguir ganhar. Mas a seguir ao jogo não me interessa se ganhei ou perdi. Faço na profissão exatamente o que faço no desporto. Não gosto de perder nem a feijões, num e noutro campo.”
6. Os Líderes Eficazes Desenvolvem Outros Líderes
O teste final de um líder empresarial eficaz é a sua capacidade para desenvolver os outros, e para desenvolver líderes em vários níveis da empresa e para o futuro.
No presente, o desenvolvimento e a liderança de outros líderes tem um efeito multiplicador sobre os resultados.
No futuro, a sucessão revela o valor duradouro de um líder.
Uma organização que desenvolva líderes de forma sistematizada em vários níveis da organização, tem maiores probabilidades de sucesso no curto e no longo prazo, uma vez que tem pessoas com capacidade para antecipar e para liderar processos de mudança e de inovação competitiva.
Horta Osório confessou à Up que “O que mais gosto me dá é potenciar as capacidades das pessoas, quer profissional quer pessoalmente”.
O que fazem os líderes eficazes para desenvolverem outros líderes?
Estes dedicam uma grande parte do seu tempo ao papel de “teachers” ou de “coaches” de pessoas chave, em processos contínuos de formação interna, e apostam em Planos de Desenvolvimento de Liderança, formais e devidamente estruturados, alinhados com a estratégia de longo prazo.
Na liderança, mais importante do que estudar, saber, explanar, justificar, preparar e gerir, é o ser capaz de mobilizar para fazer as coisas acontecerem, é obter resultados que satisfaçam todos os stakeholders, conquistando os corações e as mentes dos outros, e assim o respeito e a admiração de todos.
Fátima Rodrigues foi gestora do Portal da Liderança e editora de conteúdos da Leadership Business Consulting, tendo sido coordenadora editorial da área de business do grupo Almedina e lecionado na Congrégation Saint-Joseph de Cluny. Esteve ligada vários anos ao Conselho da Europa, onde exerceu funções de formadora do GERFEC em relações interculturais e interreligiosas em contexto corporativo e social.
Assunção Cristas nomeou Nuno Tiago dos Santos Russo para coordenador do grupo de acompanhamento da bolsa de terras.

Nuno Tiago dos Santos Russo pertence aos quadros do Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas, instituto público sob a tutela do Ministério da Agricultura e do Mar.
Em 2012, o atual Governo decidiu criar um grupo de acompanhamento da bolsa de terras, assim como um coordenador nesta área.
Segundo uma resolução do Conselho de Ministros, o grupo de acompanhamento agora criado surge da necessidade de "promover a dinamização e divulgação da bolsa de terras".
Este grupo vai funcionar junto do Ministério da Agricultura, em articulação com a Direcção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural, a entidade gestora da bolsa de terras.
A bolsa de terras destina-se à utilização agrícola, florestal, ou silvo-pastoril, no sentido de "potenciar as estratégias nacionais para a agricultura, para a floresta e para o desenvolvimento rural".
Entre as funções deste grupo está a "colaboração na definição e execução da estratégia de dinamização e de divulgação da bolsa de terras" e na "análise, a nível nacional e regional, da evolução do mercado fundiário e da mobilização das terras rurais".
Ao grupo vai ainda competir colaborar na produção de relatórios anuais e indicadores periódicos de preços e de dinâmica do mercado fundiário rural, a nível regional e sub-regional.
A resolução prevê que seja criada a figura do coordenador da bolsa de terras, que vai integrar este grupo e que é designado pelo membro do Governo responsável pela área do desenvolvimento rural.
A resolução produz efeitos desde a sua publicação e caduca automaticamente decorridos três anos.
Portugal mantém-se a desperdiçar as condições e os recursos existentes, mas volta a aproximar-se da média global, tendo ultrapassado a Espanha e a média dos países PECO. Em 2014, Portugal subiu doze posições no pilar «Networking e Empreendedorismo», e quatro no pilar «Financiamento», o protagonista da maior quebra registada no ano transato (21 posições).

A COTEC Portugal e a Everis apresentaram os novos Indicadores de Inovação, que revelam que, globalmente, Portugal se encontra na 29.ª posição entre os 52 países analisados, tendo subido duas posições relativamente a 2013.
Esta recuperação permite a Portugal voltar a aproximar-se da média global e superar Espanha e a média dos países PECO (Países da Europa Central e Oriental).
No lote dos países considerados «Líderes em IDI» deu-se uma pequena revolução: a Finlândia, Dinamarca, Suécia e Alemanha mantiveram as posições cimeiras, com a Holanda, a Noruega e a Irlanda a ascender a este lote.
A génese do grupo de países considerados «Inovadores Moderados» mantém-se, sendo este grupo constituído essencialmente por países anglo-saxónicos (Canadá e Austrália), países da Europa do Sul (Portugal, Espanha e Itália), pela China e Israel e por alguns outros países do Centro e Leste da Europa (Estónia, República Checa, Eslovénia, Hungria, Eslováquia, etc.).
O Global Strategic Innovation: International Executive Program & International Entrepreneurial Program, In Silicon Valley, é um programa de promoção do empreendedorismo, inovação, internacionalização e exportação, promovido pela Leadership Business Consulting e por um prestigiado conjunto de parceiros.
Este programa tem como objetivos:
Conhecer melhores práticas e aceder a novos conhecimentos de especialistas reputadosa fim de promover o desenvolvimento de estratégias inovadoras nas empresas.
Apresentar a sua organização e promover a ligação à economia mais inovadora a nível mundial – Silicon Valley, o maior berço de inovação a nível mundial.
Contactos para inscrição:
Consulte o programa.
Veja o vídeo.
Francisco de Lacerda continuará a ser o presidente dos CTT por mais três anos. A decisão foi tomada em Assembleia Geral Extraordinária de acionistas, a primeira desde a privatização, que renovou o mandato aos restantes quatro membros do Conselho de Administração.

A reunião determinou ainda a eleição de seis administradores não executivos, três deles pertencentes à Comissão de Auditoria, que será liderada por António Gomes Mota.
Foi ainda eleita uma Comissão de Vencimentos, cujo presidente será João Talone. Na Assembleia Geral Extraordinária esteve representado cerca de 60% do capital da empresa.
Fang Fang liderava a empresa no Oriente desde 2007. A saída ocorre enquanto decorrem investigações sobre alegadas más condutas na contratação de pessoas.

Fang Fang está de saída da JPMorgan. O CEO demissionário apresentou ontem a sua carta de demissão. O responsável abandona assim a sua atividade profissional, uma vez que apresentou um pedido de reforma. Frank Gong é o novo líder do departamento chinês do banco, segundo a Bloomberg.
A demissão de Fang Fang ocorre ao mesmo tempo que as autoridades norte-americanas estão a investigar as práticas de contratação da empresa financeira na Ásia. Apesar de Fang não ter sido oficialmente acusado de qualquer ilegalidade, as autoridades estão a investigar a nomeação do filho do antigo regulador do sector bancário chinês, Tang Xiaoning.
Os reguladores querem perceber se a JPMorgan violou a “Lei de Práticas de Corrupção por Estrangeiros” e se o banco beneficiou de alguma forma destas contratações. Esta lei determina que é ilegal o pagamento ou a atribuição de verbas a oficiais do Governo de forma a conseguirem angariar mais negócios.