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A Comissão Europeia (CE) acaba de adotar um pacote de investimento de 506 milhões de euros para o setor das pescas em Portugal, com a maior parte, 111,2 milhões, destinada à promoção e valorização de produtos.
A quinta prioridade definida no programa operacional de pescas português para 2014-2020 recebe 23,8% (11,2 milhões de euros) do envelope disponibilizado pelo Fundo Europeu para os Assuntos Marítimos e Pescas (FEAMP), que prevê o reforço do papel das organizações de produtores.
Neste âmbito, Bruxelas sublinha que as verbas destinadas aos Açores e Madeira são quase o dobro das disponíveis no período 2007-2013.
A segunda maior parcela, de 103,6 milhões de euros (26,4% do total) destina-se a promover o equilíbrio entre as atividades de pesca e a sustentabilidade e proteção do ambiente, apostando na inovação, poupança de energia, na adaptação da frota, reduzindo o consumo de energia, e investimentos em infraestruturas portuárias, para responder à obrigatoriedade de desembarque de todo o pescado.
Para o setor da aquacultura – a segunda prioridade do programa operacional português – está prevista uma verba de 59 milhões (15% do total) no sentido de impulsionar o setor.
Globalmente, os fundos vão apoiar investimentos nas indústrias piscatórias, de aquacultura e de processamento que estimulem a competitividade e a sustentabilidade.
“O investimento sob este programa irá para os projetos portugueses de pescas, aquacultura e marítimos que são, ao mesmo tempo, sustentáveis para o ambiente e viáveis para a economia”, refere o comissário europeu para o setor, Karmenu Vella, citado pela Lusa. “Estou convicto de que o pacote adotado hoje vai contribuir para que os pescadores e piscicultores portugueses enfrentem o futuro com confiança e para que as comunidades litorais e piscatórias portuguesas prosperem”, acrescenta.
04-12-2015
Angola acaba de assumir a presidência rotativa de um ano das autoridades de inspeção económica e segurança alimentar da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em substituição de Moçambique
O Governo sueco vai disponibilizar cerca de 500 milhões de dólares (458 milhões de euros) para apoiar projetos de desenvolvimento nos próximos cinco anos em Moçambique, anunciou a embaixada da Suécia em Maputo.
“Esta é uma nova estratégia para os próximos anos e vem reafirmar esta relação, que é especial”, afirmou a embaixadora da Suécia em Moçambique, Irina Nyoni, à margem de um seminário alusivo ao 40.º aniversário das relações diplomáticas entre os dois países, de acordo com a Lusa.
Este montante, que inclui o apoio da Suécia ao Orçamento do Estado de Moçambique, vai apoiar projetos relacionados com o ambiente, desenvolvimento sustentável, a democracia e a igualdade de género, consolidando as relações existentes entre os dois países, segundo a embaixadora.
“Este é mais um fruto desta relação, que é muito especial”, sustentou a diplomata, acrescentando que, 40 anos depois, o seu Governo faz um balanço positivo do relacionamento entre os dois Estados.
Além deste valor, o Executivo sueco vai desembolsar cerca de 10 milhões de euros para o apoio da investigação científica, numa parceria desenvolvida com a Universidade Eduardo Mondlane, a maior de Moçambique.
Numa altura em que o país vive uma crise política, com confrontos militares entre as forças de defesa e segurança e o braço armado do maior partido de oposição, a Renamo (Resistência Nacional Moçambicana), Irina Nyoni disse que a situação é “muito complicada”, considerando, no entanto, que os moçambicanos são capazes de encontrar as soluções para os seus problemas.
04-12-2015
Angola acaba de assumir a presidência rotativa de um ano das autoridades de inspeção económica e segurança alimentar da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em substituição de Moçambique
A lista liderada por Tomás Correia ganhou as eleições para a Associação Mutualista Montepio Geral, de acordo com fontes das listas concorrentes que tiveram acesso aos resultados.
Informação avançada à Lusa por duas fontes de candidaturas diferentes indica que a lista A, de Tomás Correia, venceu as eleições para o Conselho de Administração, tendo a lista D ficado em segundo lugar, liderada por António Godinho, e em terceira posição a lista C, do economista Eugénio Rosa.
Tomás Correia continua assim a presidir à Associação Mutualista Montepio no triénio 2016/2018.
A lista do atual presidente também conseguiu a maioria dos mandatos para o Conselho Geral, o órgão de supervisão da Associação Mutualista Montepio Geral.
A Associação Mutualista é o topo do Grupo Montepio, fazendo ainda parte a Caixa Económica Montepio Geral, o chamado banco mutualista, de que até meados deste ano Tomás Correia também era presidente.
03-12-2015
Angola acaba de assumir a presidência rotativa de um ano das autoridades de inspeção económica e segurança alimentar da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em substituição de Moçambique
O inspetor tributário Nuno Barroso foi reeleito para um novo mandato, no quadriénio 2016-2019, como presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Inspeção Tributária e Aduaneira (APIT), informa a entidade em comunicado.
Nuno Barroso foi eleito com 95,9% dos votos. Aos 42 anos, é inspetor tributário e funcionário da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) desde 1995. Mestre em Políticas Comunitárias e Cooperação Territorial pela Universidade do Minho e pela Universidade de Vigo, trabalha na direção de Finanças do Porto,de acoedo com o Económico.
O presidente reeleito assinala no comunicado que a AT enfrenta “desafios de enorme complexidade”, apontando a “necessária reformulação da sua estrutura funcional, que promova cada vez mais a eficácia e a eficiência”.
Na nota é referida “uma obrigatória e urgente revisão das carreiras dos seus profissionais (orientadora do exercício das suas funções)”, e que é necessário reforçar os Recursos Humanos, com especial ênfase na área aduaneira, e das “condições materiais” de trabalho.
As reivindicações da APIT passam ainda pelo fim dos cortes salariais da função pública já a partir de janeiro de 2016 e eliminação da sobretaxa de IRS no próximo ano, a reposição das 35 horas semanais de horário de trabalho, a redução do desconto mensal para a ADSE de 3,5% para 2,25%. Sem esquecer a eliminação do processo de requalificação na função pública, a par do descongelamento de promoções, progressões e procedimentos concursais.
03-12-2015
Angola acaba de assumir a presidência rotativa de um ano das autoridades de inspeção económica e segurança alimentar da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em substituição de Moçambique
A produção relevante de gás em Moçambique antes de meados da próxima década é “altamente improvável”, devido às dificuldades do país e às condições do mercado, de acordo com a Economist Intelligence Unit (EIU).
Os peritos da unidade de análise da revista britânica The Economist afirmam, numa análise ao setor do gás natural em Moçambique, e na Tanzânia intitulada “Choque de Realidade” (a que a Lusa teve acesso), que “com o mercado completamente abastecido até meados da década de 2020, parece ser improvável que o gás da África Oriental entre no mercado em quantidades significativas até lá”.
O Governo e as empresas petrolíferas presentes na região esperam começar a exportar gás em grandes quantidades a partir de 2020 e 2021, o que contrasta com a visão da EIU, que aponta 2025 como o ano em que a exportação de gás será feita em quantidades significativas para responder às expectativas da população.
Assim, dizem, “o gás natural não deverá transformar as perspetivas de curto prazo destes países”, até porque “o excesso de oferta e a crescente competição no mercado global de gás, bem como as dificuldades regulatórias internas e as enormemente desadequadas infraestruturas, levantaram uma incerteza significativa sobre o futuro do gás nesta região”.
Admitindo que “a África Oriental tem o potencial para ser um player globalmente importante na exportação de gás da região, com reservas de 100 biliões de pés cúbicos na costa de Moçambique e 55 biliões na da Tanzânia”, os peritos dizem esperar “que os projetos de gás na região continuem a andar para a frente, mas uma produção com nível significativo antes do final da década é agora altamente improvável”.
No relatório que compara os dois países e identifica quatro fraquezas comuns – constrangimentos comerciais, financeiros, técnicos e regulatórios –, os peritos exemplificam que a italiana ENI, que será a empresa com o primeiro projeto em pleno funcionamento, “mesmo que consiga apresentar uma Decisão Final de Investimento em 2016, conforme planeado, a produção antes da década de 2020 continua improvável, dadas as dificuldades contínuas no setor da regulação em Moçambique”.
Os projetos em terra, acrescentam, “continuam sujeitos a uma incerteza ainda maior”, porque mesmo que as dificuldades técnicas e regulatórias consigam ser ultrapassadas, ainda que com algum atraso, “é improvável que o gás da África Oriental seja exportado em quantidades significativas antes de meados de 2020, porque o mercado já está completamente abastecido até lá”.
03-12-2015
Angola acaba de assumir a presidência rotativa de um ano das autoridades de inspeção económica e segurança alimentar da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em substituição de Moçambique
Luís Laginha de Sousa está perto de deixar vaga a cadeira de presidente da Euronext Lisbon.
O processo, avança o diário Económico, ainda não está fechado. O jornal refere que a saída do presidente da bolsa portuguesa está a ser ponderada há alguns meses, com os pormenores a serem tratados com a Euronext NV (detentora das bolsas de Lisboa, Amesterdão, Bruxelas e Paris).
A publicação adianta que ainda não está definida uma data para o responsável sair do cargo, “até porque Laginha de Sousa tem mandato até final deste ano, tudo dependendo do tempo que poderá levar a conclusão das negociações”.
Laginha de Sousa está à frente da Euronext Lisbon desde 1 de julho de 2010, altura em que sucedeu a Miguel Athayde Marques.
02-12-2015
O Executivo angolano avançou com a extinção formal de mais cinco empresas públicas, do têxtil à siderurgia. Estas somam-se a outras dez de vários setores encerradas oficialmente em novembro devido à situação financeira ou nível de atividade demonstrado.
No seguimento de decreto presidencial de 30 de novembro foram agora extintas empresas públicas históricas como a África Têxtil e a Textang II, ambas de tecidos e vestuário, e que receberam entretanto investimento estrangeiro para a reativação já como empresas privadas.
Foram também extintas a Empresa Nacional de Aprovisionamento e Transporte da Indústria (Transapro), a Empresa Nacional de Espumas e Plásticos de Angola (ENEPA) e a Siderurgia Nacional de Angola (Sina). Esta última, construída há cerca de meio século em Luanda, e apesar da extinção formal enquanto empresa pública, passou nos últimos anos a ser controlada por um consórcio que integra investidores angolanos e chineses. Dados de 2014 indicam que a unidade empregava 250 trabalhadores e que se previa para este ano um investimento na modernização avaliado em 35 milhões de dólares (33 milhões de euros).
Entre 9 e 10 de novembro último foram extintas mais dez empresas públicas angolanas, entre elas a fábrica de sabão Congeral, de Luanda. Algumas, segundo informação do Governo angolano em maio de 2013, deveriam integrar o plano de pelo menos 30 privatizações de empresas públicas a desenvolver em cinco anos, e que previa a criação de 300 mil postos de trabalho.
Em setembro de 2014 o Ministério da Economia informou que a continuidade de 41 empresas do setor público estava a ser avaliada por estarem sob o risco de insolvência, sendo que algumas delas, até já paralisadas, deveriam avançar para a extinção.
02-12-2015
Angola acaba de assumir a presidência rotativa de um ano das autoridades de inspeção económica e segurança alimentar da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em substituição de Moçambique
O diretor-geral da Autoeuropa, António de Melo Pires, vai deixar a fábrica em Palmela para passar a liderar as grandes unidades de produção da Volkswagen (VW) na América do Sul. Transição explicada pela companhia alemã como sendo o reconhecimento por o executivo ter transformado a fábrica portuguesa na melhor unidade europeia do grupo em 2015, de acordo com o Expresso.
O comunicado da Volkswagen Autoeuropa refere que, “a partir de janeiro de 2016, Melo Pires será o novo vice-presidente de produção da região da América do Sul”, ficando responsável pelas fábricas do grupo germânico no Brasil e na Argentina.
A nota sobre a nomeação do executivo para o novo cargo adianta que “a promoção vem no seguimento dos bons resultados alcançados à frente da Volkswagen Autoeuropa”.
António de Melo Pires foi o primeiro gestor português a liderar a produção da Autoeuropa, tendo assumido funções em setembro de 2010.
O coordenador da Comissão de Trabalhadores, António Chora, já havia declarado à Lusa que Melo Pires ia assumir um novo cargo, lamentando no entanto que os trabalhadores da Autoeuropa não tenham sido oficialmente informados da saída do diretor-geral, apesar de o próprio António Chora ter sido informado em outubro. “Lamentavelmente, os trabalhadores da Volkswagen Autoeuropa, que no dia 25 de novembro tiveram uma assembleia-geral de informação com o engenheiro Melo Pires, não foram oficialmente informados dessa situação, quando toda a gente já sabia o que se estava a passar”.
Ainda de acordo com o coordenador, a saída de António de Melo Pires enquadra-se na estratégia de rotatividade dos dirigentes que é seguida pela multinacional germânica. “Normalmente, as pessoas estão nestes cargos cerca de três anos. O engenheiro Melo Pires esteve cinco. Estava na altura de partir para outra aventura”.
A fábrica de Pamela, com mais de 3.500 trabalhadores, tem um investimento em curso que poderá atingir os 677 milhões de euros no sentido de aumentar a capacidade instalada com vista à produção de novos modelos. A Autoeuropa fabrica de momento os modelos Scirocco, Seat Alhambra e Volkswagen Sharan.
02-12-2015
Angola acaba de assumir a presidência rotativa de um ano das autoridades de inspeção económica e segurança alimentar da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em substituição de Moçambique
A Milenar acaba de reforçar a equipa com a entrada de Emanuel Gonçalves como diretor comercial.
A empresa de comunicação digital "que capta oportunidades através da sua carteira de influenciadores figuras públicas” refere em comunicado que, nos últimos dez anos, o profissional desempenhou funções de coordenação comercial no semanário Sol e de diretor de vendas em títulos editoriais como o DN e o JN.
Licenciado em Marketing, Publicidade e Relações Públicas pela Universidade Europeia e mestrado em Economia e Gestão da Ciência, Tecnologia e Inovação pela Universidade de Lisboa – ISEG, Emanuel Gonçalves mantém a ligação ao meio académico do ensino superior colaborando com instituições como o ISCTE e o ISEG no campo de investigação para a gestão da inovação e gestão de marketing das licenciaturas e dos mestrados.
A Milenar declara que o alcance da sua rede de blogs e plataformas digitais é de 3 milhões de page views, 8,5 milhões de likes no Facebook, 2 milhões no Instagram e 480 canais de Youtube ativos que se traduzem em 30 milhões visualizações mensais, na única network portuguesa, a Thumbmedia. Acrescenta ainda que conta com cerca de 120 agenciados, entre os quais figuras públicas como Nuno Markl, Mickael Carreira, Nelson Freitas, Mia Rose, Emanuel, Cuca Roseta, Agir, Vanessa Oliveira, Eduardo Madeira, António Raminhos, Luís Borges, Paulo Pires, Dânia Neto, “entre muitos outros nomes do mundo da moda, música e das redes sociais”. Para Miguel Raposo, CEO da empresa , “as marcas que não são partilhadas não são lembradas”.
Angola acaba de assumir a presidência rotativa de um ano das autoridades de inspeção económica e segurança alimentar da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em substituição de Moçambique
O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros chinês, Zhang Yesui, prevê que o grupo BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) venha a representar 25,77% da economia mundial em 2020.
O responsável declarou, na inauguração de uma conferência dedicada aos meios de comunicação dos BRICS em Pequim, que o bloco das principais nações emergentes constituía, em 2014, 21,9% da economia do planeta. “Esta proporção deverá aumentar para 25,77%, em 2020”, adiantou.
No conjunto, a população somada dos cinco países ultrapassa os 3 mil milhões de pessoas – cerca de 40% da humanidade.
Angola acaba de assumir a presidência rotativa de um ano das autoridades de inspeção económica e segurança alimentar da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em substituição de Moçambique
Maria José Morgado foi nomeada procuradora-geral distrital de Lisboa. A magistrada substitui assim Francisca Van Dunem, que assumiu o cargo de ministra da Justiça no Governo liderado por António Costa.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) refere em comunicado que o “Conselho Superior do Ministério Público deliberou hoje, por unanimidade, nomear, em comissão de serviço, para o lugar de procuradora-geral distrital de Lisboa a procuradora-geral adjunta Maria José Morgado”.
A deliberação foi tomada em sessão plenária, presidida pela procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal, refere a Lusa.
Maria José Morgado dirigia desde 2007 o Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa.
Angola acaba de assumir a presidência rotativa de um ano das autoridades de inspeção económica e segurança alimentar da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em substituição de Moçambique
As marcas lusas Josefinas e Mice são as duas novas participadas da Portugal Ventures. A capital de risco investe nas start ups portuguesas através do programa +Inovação +Indústria, que abrange mais quatro empresas.
A insígnia de sapatos de luxo para mulher online Josefinas, criada em 2013, é conhecida por fazer sapatos à mão. De momento, os EUA (onde a Portugal Ventures dá apoio a start ups) são o segundo maior mercado em vendas da empresa, sendo que a marca prevê que o país suba ao primeiro lugar no próximo ano, de acordo com o Sapo Tek.
A MICE - Molds and Injected Components Engineering, um spin off da Universidade do Porto, dedica-se à produção de pequenas a médias séries de peças em plástico para mobiliário, equipamentos industriais ou automóvel através de “moldagem por injeção reativa”, um processo que, em relação ao método convencional de injeção de polímeros, permite o fabrico de peças de maiores dimensões e mais complexas com menores gastos energéticos.
O +Inovação +Indústria foi criado pela Portugal Ventures para impulsionar o conhecimento científico e tecnológico em setores tradicionais como a agroindústria, florestal, habitat, química, cerâmica, têxteis e confeções, metalomecânica e metalurgia. O objetivo é contribuir para a sua modernização e maior potencial de competição nos mercados globais. Os projetos selecionados beneficiam de um investimento de até 1,5 milhões de euros, aplicado por tranches consoante o cumprimento de objetivos de execução do plano de negócios.
A Josefinas e a Mice juntam-se assim aos outros investimentos já abrangidos: a BeyonDevices, a CUBO, a Follow Inspiration e a Graphenest.
As candidaturas para a 6.ª edição do programa são anunciadas em breve no site da Portugal Ventures.
Angola acaba de assumir a presidência rotativa de um ano das autoridades de inspeção económica e segurança alimentar da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em substituição de Moçambique
O Fundo Monetário Internacional (FMI) oficializou o yuan como parte do seu cabaz de divisas, conhecido como Direito de Saque Especial (SDR na sigla anglo-saxónica), formalizando-o como moeda de reserva.
É a primeira vez em 35 anos que uma moeda é acrescentada ao lote internacional.
A decisão, anunciada hoje, 30 de novembro, pela presidente do FMI, Christine Lagarde, representa uma grande vitória para o Governo chinês. Isto porque, a partir de outubro de 2016, o yuan passa a ser uma das moedas mundiais de reserva, juntando-se ao dólar, euro, libra esterlina e iene – as referências para todas as transações realizadas pelo FMI e por outras instituições internacionais.
O yuan terá um peso de 10,92% no novo cabaz de divisas, ultrapassando a libra (8,09%) e o iene (8,33%). A moeda com maior peso continua a ser o dólar (41,73%), seguido pelo euro (30,93%).
A revisão ao cabaz de SDR acontece de cinco em cinco anos. Em 2010 o FMI recusou a inclusão do yuan. A instituição liderada por Christine Lagarde considera agora que estão cumpridos os critérios de exportação da moeda e de livre circulação.
30-11-2015
Portal da Liderança
O presidente do conselho de administração da Petrobras, Murilo Ferreira, que se encontrava de licença, renunciou ao cargo, informa a petrolífera estatal brasileira.
A renúncia está em linha com as expectativas do mercado, após notícias de conflitos com a atual gestão da Petrobras face a crise na mineradora Vale, avança a Reuters. Murilo Ferreira, que também é presidente-executivo da Vale, estava de licença do conselho da Petrobras desde setembro último. Na altura foi substituído interinamente por Luiz Nelson Guedes de Carvalho , que vai permanecer na função até à próxima reunião ordinária.
Murilo Ferreira tinha assumido a posição na estatal no fim de abril, mês em que o Governo federal permitiu uma mudança quase completa no Conselho. Após o seu pedido de licença, para o qual alegou motivos pessoais, o presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, afirmou mais de uma vez que esperava o regresso de Ferreira.
Em setembro, fonte próxima do processo disse à Reuters que o retorno de Murilo Ferreira dependeria de uma mudança de atitude da direção executiva sobre como conduzir a companhia numa altura de crise, com os preços baixos do petróleo, falta de clareza na política de reajustes de combustíveis e um dólar forte, que afeta a dívida da estatal em moeda estrangeira. Entretanto, no início de novembro, o rompimento de uma barragem da mineradora Samarco (joint venture da Vale com a anglo-australiana BHP Billiton) colocou a Vale no centro de uma crise, o que tem exigido a atenção constante de Murilo Ferreira.
30-11-2015
Angola acaba de assumir a presidência rotativa de um ano das autoridades de inspeção económica e segurança alimentar da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em substituição de Moçambique
Esta pergunta tem sido feita por representantes de Governos ao longo dos anos. Tenho passado algum tempo a pensar nisto, e acabo por chegar sempre à mesma conclusão.
Matt Walters
– O artigo que se segue é da autoria do managing director do Runway, plataforma situada em São Francisco, nos EUA, que tem por objetivo criar a melhor comunidade de empreendedores. Matt Walters comenta a posição que as entidades públicas deveriam ter para apoiar o empreendedorismo. E aponta o “laissez faire” vigente. No entanto há algumas iniciativas europeias público-privadas que estão a fazer a ponte entre o velho continente e a Baía de São Francisco. É o caso da Portugal Ventures que, através da Leadership Business Consulting, está presente no Runway e fornece às empresas espaço e apoio para serem introduzidas no ecossistema da Baía. Este é um modelo que está a funcionar bem para as start ups que sabem como o usar de forma eficaz. A preparação é crucial – saber o que se quer obter da ida a São Francisco e como o fazer. E as start ups podem contar com a Leadership Business Consulting, através da Portugal Ventures, para as ajudar no processo.
Há também o acelerador alemão no Runway, cujo programa é um pouco diferente – decorre em três meses e é uma parceria entre os setores público e privado. Mas a premissa é a mesma da da Portugal Ventures: como fornecer às start ups uma exposição significativa e com valor acrescentado junto do ecossistema único que é o da Baía de São Francisco. –
Há uns dias recebemos um grupo da Suécia, e havia pessoas interessadas em falar sobre o papel do Governo no apoio à inovação. Esta pergunta tem-me sido feita por representantes de Governos ao longo dos anos. No cerne de cada indagação está a questão de como Silicon Valley se tornou “Silicon Valley” – a terra de sonhos e inspiração para incríveis programas satíricos de televisão. Acredite-se ou não, há milhares de pessoas no globo a pensar nesta questão, porque afeta aspetos como postos de trabalho, política, orçamentos, etc. Tenho passado algum tempo a pensar nisto, e acabo por chegar sempre à mesma conclusão. Que é preciso um grupo de pessoas criativas, inteligentes e ambiciosas, com uma mente livre para construir produtos e serviços inovadores.
Penso que algo de especial acontece quando se reúne um grupo de pessoas inteligentes que querem construir algo, e as deixamos sozinhas por um tempo. Parece que há uma correlação direta entre entidades de educação de alto calibre e inovação. No entanto considero que as instituições de ensino não estão a fornecer a estrutura para a criação de produtos e de empresas; penso que é o dia de trabalho solto (sejamos francos, acaba-se por estar na sala de aula cerca de 12 horas por semana) e o facto de se viver e trabalhar junto que dá origem à criação. E a maioria dos grandes movimentos são iniciados por pequenos grupos de pessoas que estão a criar coisas umas para as outras sem se se preocuparem em fazer dinheiro. É o caso da bitcoin, a computação pessoal, etc.
Então, o que podem os Governos fazer para ajudar? Bem, penso que o que quer que ajudasse o que acabo de referir seria um passo na direção certa. Ou seja, juntar pessoas inteligentes e ambiciosas que estão interessadas em construir algo e deixá-las sozinhas por um tempo. E depois não ficar excessivamente preocupado com o que estão a criar. Isto poderia significar proporcionar algo semelhante a uma bolsa de estudos para jovens promissores que poderiam receber apoio financeiro enquanto trabalham nas suas ideias. Poderia significar a criação de universidades financiadas pelo Governo que não têm um currículo tradicional e estão mais focadas em trabalhar em conjunto em coisas interessantes. E quaisquer “aulas” deveriam ser lideradas por empresários ou inventores, atuais ou antigos, e não académicos. E, muito importante, o que quer que os Governos façam, não devem sobrecarregar os fundadores com questões como a dívida, ou insistir em deter participações nas empresas que apoiam. O retorno financeiro de qualquer Governo deve vir sob a forma de aumento do PIB, de emprego, etc. E nem mencionei nada sobre o capital de risco investir no ecossistema, porque considero que, com o passar do tempo, o capital de risco irá sempre fluir para centros de inovação.
Será que estas ideias funcionam? Será que é suficiente? Há realmente qualquer coisa que um Governo possa fazer para ajudar a promover um ecossistema de start ups? Não sei. Mas gosto da ideia de Governos apoiarem projetos da mesma forma que fazemos no Runway. E gosto do facto de eles estarem a dedicar o seu tempo a vir cá e perguntar.
30-11-2015
Matt Walters é managing director do Runway, espaço que abriu portas em janeiro de 2013 com o objetivo de criar a melhor comunidade de empreendedores de São Francisco, nos EUA. Situado perto do Twitter, Yammen, Sosh e One Kings Lane, o Runway está no epicentro da inovação.
A União Europeia (UE) vai abrir uma janela de oportunidade para os empresários moçambicanos. O acordo, que deverá ser assinado no próximo ano, vai assegurar que as empresas de Moçambique invistam na Europa sem pagar taxas ou quotas por tempo indeterminado.
O embaixador da UE em Moçambique, Sven Von Burgsdorff, declarou no seminário sobre “Empresas Europeias e Questões Laborais em Moçambique” que as negociações estão na fase final, sendo que o acordo deverá entrar em vigor em 2016.
O acordo será celebrado entre a UE e os países da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), da qual Moçambique é membro. Este prevê também o livre-trânsito dos empresários europeus nos países da região, com destaque para os setores industriais.
Segundo o embaixador, a Europa vai contribuir para o crescimento económico de Moçambique através da formação profissional, transferência de conhecimentos técnicos de alta qualidade, condições de trabalho e criação de mais emprego.
Por outro lado, as empresas europeias vão levar também divisas para o país, com os seus investimentos, e permitirão o alargamento da base tributária, uma vez que nos últimos três anos os investimentos provenientes da Europa aumentaram consideravelmente.
30-11-2015
Portal da Liderança
A ALE International nomeou Pedro Dias country manager para o mercado português, declara em comunicado a especialista em soluções e serviços de comunicações empresariais (que opera com a Alcatel-Lucent Enterprise desde que se tornou uma entidade legal autónoma em Outubro de 2014).
“Com mais de 20 anos de experiência na área das tecnologias de informação e comunicação”, Pedro Dias desempenhou funções de gestão, vendas e canal em fabricantes, distribuidores e integradores de TIC, adianta a nota.
A ALE International refere ainda que a aposta num novo country manager surge na sequência do plano de crescimento e investimento global nas soluções Alcatel-Lucent Enterprise, que pretende duplicar as vendas nos próximos cinco anos e fortalecer e dinamizar os seus parceiros de negócio.
A centenária marca de chocolates Avianense surge agora em Barcelos, com uma nova fábrica e um Museu do Chocolate. Trata-se de um investimento de 1,5 milhões de euros num projeto que vai empregar 15 pessoas, declara em comunicado o investidor, Luciano Costa.
Fundada em Viana do Castelo em 1914, ainda na I República, a produtora de chocolate entrou em processo de falência em 2004, com a marca a ser adquirida pelo empresário têxtil Luciano Costa, que recomeçou a produção em Barcelos. A fábrica de chocolate, situada no centro de Viana do Castelo, acabaria por dar lugar ao Hotel do Chocolate.
A nova fábrica da Avianense terá uma produção na ordem dos 300 quilos de chocolate por dia. “Cumprimos o sonho de recuperar uma marca centenária, criando postos de trabalho, produzindo chocolates de qualidade para um mercado mais exigente e apostando na nossa história e na nossa cultura”, refere o responsável à Lusa.
O “renascimento” da marca assinala-se este sábado, 28 de novembro, com a inauguração das instalações da fábrica e do Museu dos Chocolates Avianense, “um espaço cultural, interativo, com um auditório para 64 pessoas, que será aberto às escolas de todo o país e aos turistas”.
27-11-2015
José Maria Neves, primeiro-ministro (PM) de Cabo Verde, tomou posse como ministro das Infraestruturas e Economia Marítima, na sequência do pedido de demissão da anterior titular da pasta, Sara Lopes.
Juntamente com José Maria Neves tomou também hoje posse Maria de Jesus Miranda, até agora secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros, como ministra-adjunta para a mesma área.
A antiga titular das Infraestruturas e Economia Marítima, Sara Lopes, alegou “razões pessoais” para deixar o Executivo, mas a imprensa local relaciona a sua saída com alegados desentendimentos com a ministra das Finanças, Cristina Duarte, com os problemas na companhia aérea nacional e com os resultados do inquérito ao naufrágio do navio Vicente, de acordo com a Lusa.
José Maria Neves adiantou que “há muito tempo” que Sara Lopes vinha pedindo para sair do Governo e que agora colocou a questão de forma “mais imperativa”, o que, segundo disse, o obrigou a aceitar o pedido de exoneração e a fazer “um pequeno reajuste”.
Em declarações à margem da tomada de posse, José Maria Neves disse que, a seis meses do fim do mandato, há ainda tempo para avançar com muitos projetos. “Temos de estar habituados a trabalhar até ao fim da legislatura porque há muitos projetos que ainda vão continuar até 2018, 2020, 2021”, referiu, dando como exemplos as obras do Aeroporto da Praia e as reformas em curso no setor dos transportes.
Cabo Verde realiza eleições legislativas em 2016, devendo as mesmas ocorrer entre 14 de fevereiro e 10 de abril.
26-11-2015
A paixão leva os empreendedores do globo a trabalhar mais em prol dos seus negócios. Em Portugal, os empresários das PME contribuíram, em trabalho fora de horas, com cerca de 22 mil milhões de euros para a economia. E a inovação – entre outros aspetos, como as férias – ressente-se.
Os empresários das pequenas e médias empresas (PME) no mundo contribuíram com mais de 8,3 triliões de dólares (7,8 triliões de euros) para a economia global com o trabalho realizado fora das horas normais em prol dos seus negócios, indica um estudo da Sage (empresa de soluções integradas de gestão, contabilidade, salários e pagamentos).
Em Portugal, “os empresários não fogem à tendência e pagam o preço desta contribuição ao sacrificarem a vida pessoal e familiar em prol do sucesso do seu negócio”, é referido no documento. Os empresários lusos “contribuíram com cerca de 23,4 mil milhões de dólares (22 mil milhões de euros) com trabalho feito fora de horas”.
“Esta contribuição tem um preço”, é mencionado na pesquisa – efetuada este mês junto de 2621 gestores de empresas com menos de 100 funcionários em 11 países. Globalmente, quase metade (46%) dos empresários trabalha mais de 40 horas por semana. Entre os empreendedores alemães, 57% trabalham mais de 40 horas semanais. Os australianos estão a conseguir um maior equilíbrio entre o trabalho e a vida privada, com 31% a trabalharem mais de 40 horas por semana. Em Portugal, os empresários ficam ligeiramente abaixo da média global: 42% dizem trabalhar além das 40 horas semanais.
O estudo chama a atenção para os sacrifícios feitos pelos empreendedores em todo o mundo. Mais de um terço (36%) dos entrevistados diz ter sacrificado tempo com a família em prol dos seus negócios. Portugal fica abaixo da média global, com 32% a reconhecerem que comprometem o tempo com a família. Este número é particularmente elevado na África do Sul, onde 44% dos donos de empresas têm escolhido o seu trabalho em detrimento da família. Globalmente, 44% dos empresários dizem que a sua dedicação à sua empresa afetou o seu relacionamento.
Talvez como resultado de semanas longas de trabalho, mais de metade (52%) dos empresários alemães diz ter cancelado um encontro amoroso por causa do trabalho, valor elevado em comparação com a média global de 27%. Em Portugal, um quarto dos empresários admite que já cancelou um encontro por razões profissionais.
O impacto nas férias gozadas também é visível. Em média, 33% dos inquiridos nos 11 países gozaram menos de cinco dias de férias no ano anterior. No caso português o valor fica-se pelos 26%. Os mais sacrificados são os sul-africanos, com 53%.
A inovação é outro aspeto em que a sobrecarga horária dos donos de pequenos e médios negócios é penalizadora. Cerca de um terço (32%) diz negligenciar novas ideias de negócio. Os empresários portugueses são dos que mais se queixam, com 36% a dizerem não dispor de tempo para desenvolver novas ideias e oportunidades de negócio. Pior que os portugueses só os espanhóis, com 38%.
O desenvolvimento de novas ideias é apontado como a primeira área negligenciada, com o contacto com clientes, formação dos colaboradores e o pagamento das faturas no topo das prioridades. Num pequeno número de países, onde se incluem a Grã-Bretanha e a Alemanha, os empresários dizem preferir gastar tempo em inovação a despender nas tarefas administrativas da empresa.
Mas a inovação não é a única a sofrer. Mais de um terço dos inquiridos (38%) diz que a falta de tempo se traduziu na perda de clientes e fornecedores. No caso dos empresários portugueses, a percentagem sobe para 43%, e só é ultrapassada pelos brasileiros (52%) e sul-africanos (49%).
No entanto os empresários das PME estão recetivos a soluções que os ajudem a dedicar mais tempo à inovação. Encontrar uma forma mais eficiente de aplicar as horas de trabalho é uma delas, para 28% na média dos empresários questionados, e para 31% dos portugueses. Sendo que a melhoria nas competências dos seus colaboradores e nos procedimentos administrativos e tecnológicos ajudaria muito, para 51% dos empresários da amostra (e 63% dos portugueses).
A pesquisa da Sage destaca o sacrifício feito pelos proprietários das PME para alimentar a economia global. Mais de metade dos empresários (66%) diz que as horas extra valem a pena. Mais de um terço (41%) são motivados pelo gosto pelo que fazem, enquanto 38% dizem estar motivados pelo atingir de objetivos. Os empresários sul-africanos são particularmente motivados: 51% dizem que é a paixão pelo seu negócio que os motiva, e para 59% é o gosto por atingir objetivos. Em Portugal, mais de metade (51%) dos empresários é movida pelo amor ao que fazem; segue-se a motivação para fazer dinheiro (49%) e para impulsionar o crescimento e sucesso do negócio (47%).
26-11-2015