Total: 2109 resultados encontrados.
Pág. 101 de 106
O LinkedIn disponibilizou recentemente um conjunto de imagens do espaço de trabalho de algumas das pessoais mais bem-sucedidas do mundo.
Algumas, como T. Boone Pickens, que teve a mesma secretária desde os anos 80, ou o Michael Moritz da Sequoia Capital, que mantém uma pequena garrafa de whiskey na sua “para alguma má notícia”, são muito pessoais.
Noutros casos mostram o valor do escritório enquanto ferramenta de gestão e colocam os seus espaços ao serviço de uma cultura específica ou objetivo organizacional.
Um caso destes é o do CEO da IDEO, Tim Brown, que mantém a equipa do seu escritório em movimento, mesmo no seu caso:
Todos os colaboradores da IDEO ocupam uma determinada secretária apenas durante uma semana – ou seja, nunca se sabe quem se senta ao seu lado. Esta constante rotatividade torna mais fácil a troca de ideias entre os colegas e áreas de trabalho. Ninguém sabe quando estará sentado ao lado do CEO.
Aqui a ideia é evitar que as pessoas fiquem isoladas nos seus departamentos e áreas de trabalho e assegurar que os empregados e gestores não perdem a ligação entre eles. Com toda a informação armazenada na cloud e aplicações com base web, deixa de ser importante que se ocupem os mesmos postos de trabalho diariamente.
A IDEO é uma empresa de consultadoria de imagem assente na criatividade, pelo que esta é uma forma de manter as pessoas focadas nisso mesmo ao “usarem a natural fluidez do trabalho criativo”. Os espaços em open office já são muito comuns, principalmente no mundo das startups. Esta é uma forma de trabalho que leva até à próxima tendência. Neste caso, até os CEOs abdicam das suas secretárias para reforçar esta ideia.
Fonte: Business Insider
|
||
|
||
|
|
|
||
|
||
Pailin Chuchottaworn, presidente e CEO da PTT PCL, a maior empresa da Tailândia, também se juntou ao conselho de administração da F & N, juntamente com Chan Heng Wing e Mak Charles Ming Ying, segundo o comunicado emitido. Este conta agora com nove membros. Lee, ex-CEO da Singapore Telecommunications Ltd., é o irmão mais novo do primeiro-ministro Lee Hsien Loong.
Leia aqui a notícia completa.
|
|
||
|
||
| Além da Sonangol, outras empresas angolanas (ou a operarem em Angola) aparecem no referido estudo, nomeadamente a Total E&P Angola na 50ª posição, Endiama na 128ª posição – subindo vinte duas posições em relação ao estudo de 2012 – assim como Catoca Sociedade Mineira na 227ª posição.
Ao referir-se sobre a metodologia de elaboração do estudo, a board da Jeune Afrique esclarece que o estudo se baseia nos resultados financeiros detalhados fornecidos pelas empresas. Houve um trabalho de apuramento e seleção de mais de seis mil empresas que permitiu que se chegasse às 500 maiores companhias africanas ou que operam em África.
Fonte: Angolapress
|
|
||
|
||
| O Conselho de Administração da Telefónica Brasil aprovou a indicação do espanhol Alberto Aguirre como diretor de finanças, controle e de relações com investidores em substituição a Gilmar Camurra, segundo a ata da reunião realizada a 1 de março.
Segundo a empresa, a efetiva eleição de Aguirre ocorrerá assim que o Ministério do Trabalho e Emprego emitir a autorização necessária. Fonte: Reuters Brasil |
|
||
|
||
|
Burwell é presidente da Fundação da Wal-Mart, uma das maiores instituições filantrópicas empresariais americanas. Esta apoia iniciativas como a emancipação económica das mulheres, o alívio da fome e a sustentabilidade ambiental. Num comunicado emitido ontem, Mike Duke, presidente executivo da Wal-Mart, referiu que a "Sylvia faz um ótimo trabalho como líder da Fundação Walmart e, a ser confirmada pelo Senado, irá fazer um grande trabalho ao serviço do nosso país [os EUA]". Leia aqui a noticia completa. |
Líderes globais são aqueles que têm uma mentalidade global ou “global mindset”. Esta mentalidade é o que diferencia um líder eficaz num ambiente doméstico de um líder eficaz num ambiente global.
A “global mindset” revela a capacidade cognitiva de integrar a sensibilidade cultural e a competência estratégica de gestão global (em termos de negócios). Dentro disso, duas capacidades são distinguidas, a inteligência cultural e a orientação para negócios globais.
Pessoas com inteligência cultural têm a capacidade cognitiva de perceber as características de um ambiente cultural novo além de conseguirem mudar os seus comportamentos para aqueles que são necessários neste novo ambiente. Esta inteligência cultural tem três componentes:
Cognitivo: as pessoas cognitivamente inteligentes são capazes de captar sinais/pistas da cultural local. Estas pessoas conseguem através de interações e observações perceber aspetos culturais como a forma na qual as pessoas comunicam, informação sobre a pontualidade, as maneiras de cumprimentar, a formalidade ou informalidade. Estas características ajudam um líder a perceber informações relevantes à cultura local.Comportamental: são pessoas que sabem comportar-se ou agir de forma apropriada e conseguem adquirir a confiança das pessoas locais. Elas “misturam-se” com os nativos porque se comportam de uma forma natural em diversos contextos.
Pessoas com orientação para negócios globais têm uma atitude positiva relativamente à internacionalização mas também sabem adaptar os seus negócios a um novo ambiente. Esta orientação é caracterizada por um conhecimento e perceção dos mercados globais além da estrutura e processos para trabalhar num mercado tão volátil. Pessoas com esta orientação tomam decisões baseadas em várias culturas e perspetivas diferentes.
Para adquirir a mentalidade global, tanto as organizações como os líderes tem o seu papel. Os recursos humanos devem saber qual o processo para o desenvolvimento de líderes e os colaboradores também têm que ser motivados para aprenderem e assumirem o risco.
6. Utilizar expatriados de forma estratégica, não só para suprir as necessidades técnicas, mas também as culturais.
8. Ser confiante e não arrogante. Confiar na sua capacidade de observação e no seu intelecto, mas não ser arrogante achando que sabe sempre como agir ou que a sua maneira é a única certa ou a melhor.
Resumindo, adquirir uma mentalidade global é bastante desafiante. Não basta ler, mas sim treinar e aceitar que estamos em constante desenvolvimento. Este desenvolvimento é um exercício que envolve uma enorme flexibilidade cognitiva, corporal e emotiva. Este é um exercício para a vida toda, mas também uma recompensa para a vida inteira. E lembre-se, se fosse fácil, teríamos menos problemas do que temos hoje. Como falamos no Brasil, vai encarar?
Joana Story é professora da Nova School of Business and Economics e professora convidada da Nova Angola Business School. Foi professora assinstente e investigadora da Universidade do Nebraska – Lincoln, onde fez o seu mestrado e doutoramento em liderança.
|
||
|
||
Por outro lado, objetiva-se estabelecer uma relação de proximidade com os gestores públicos e privados nacionais e entender as suas expectativas, tendo em vista a formação de profissionais com as competências requeridas para o ambiente de negócios sustentáveis. O encontro pretende, ainda, constituir-se num espaço de articulação e mobilização de intervenções, procurando, no final, encontrar prioridades e definir as estratégias para enfrentar os desafios que se colocam à Escola de Negócios e Governação da Uni-CV. Criada em 2008, para abarcar as áreas de ciências económicas, jurídicas e políticas, a ENG tem por missão formar e capacitar os líderes e gestores de negócios e da administração pública, formar os novos líderes empresariais e da governação democrática cabo-verdiana, contribuindo para “reduzir o défice de capacitação existente nestes sectores” e garantir a formação de líderes sustentáveis. A cerimónia de abertura do certamente vai contar com uma aula magna ministrada pelo primeiro-ministro, José Maria Neves, e o encerramento fica a cargo do ministro do Ensino Superior Ciência e Inovação, António Correia e Silva.
Fonte: Inforpress/Binókulu
|
|
||
|
||
“Cada vez mais há empresas interessadas no mercado africano. As pessoas têm vontade, intenção de ter carreiras profissionais nestes mercados, e nós temos o 'know-how'”, disse a professora da Nova SBE. Segundo Elizabete Cardoso, está “tudo preparado para avançar com os programas” e já decorrem esforços de recrutamento e inscrições, estando a ser ultimados acordos de integração com universidades. Estes acordos são necessários para os programas duais, que obrigam a que os créditos obtidos na Nova sejam reconhecidos pelas faculdades de onde chegam os alunos, e vice-versa. A Nova SBE fechou acordos com a Shanghai International Studies University e a Beijing Foreign Studies University, que representam um mercado potencial de 200 alunos, segundo a responsável pelas relações externas, mas quer mais quatro acordos até final do ano. “Precisamos de continuar a desenvolver acordos, de divulgar os programas junto das autoridades chinesas e outras asiáticas”, disse Elisabete Cardoso. Estágios de seis meses A Graduação Dupla em Português e Negócios prevê que os alunos façam dois anos na faculdade de origem e outros dois na Nova SBE, com cadeiras como “Português para Negócios”, “História Económica do Mundo Lusófono”, além de outras mais especificamente do campo económico e confere aos alunos uma licenciatura em gestão com especialização em português pela Nova. Há ainda um programa de um ano de estudos no estrangeiro, que dá aos alunos, de gestão ou de língua portuguesa, um certificado em português e negócios, pela Nova. Um quarto programa é apenas de Verão, na área dos negócios em língua portuguesa. “Os alunos podem esperar ingressar numa escola internacional, conhecer pessoas de todo o mundo, desenvolver português técnico ligado à gestão e ter contacto com empresas, no mercado português e outros mercados lusófonos”, disse a Elizabete Cardoso. “Prepararemos estas pessoas para trabalhar para Angola e Moçambique”, e, no final, os alunos poderão fazer estágios de seis meses nestes países e no Brasil, adiantou. A Nova SBE abriu recentemente uma escola de negócios em Moçambique, depois de ter marcado presença em Angola e Brasil. Segundo Elizabete Cardoso, a prioridade agora é “consolidar os quatro mercados”. Fonte: Lusa/Público
|
|
||
|
||
|
Leia aqui e aqui a notícia completa.
Veja aqui o vídeo de comentário da Bloomberg: |
|
||
|
||
|
Tim Armstrong, diretor-executivo da AOL desde o spinoff, tem lutado para manter os gestores de topo enquanto procura dar a volta à empresa. A saída de Minson segue as saídas do chefe da tecnologia Alex Gounares e do líder do mobile David Temkin, bem como de Brad Garlinghouse, ex-chefe de operações da AOL em Silicon Valley, que renunciou em 2011.
|
|
||
|
||
|
Leia aqui a notícia completa.
|
|
||
|
||
| "A melhoria da eficiência não é uma abordagem do momento, está a tornar-se uma preocupação constante e é por isso que contratámos alguém", disse Buechele, acrescentando que o novo contratado é uma pessoa que trabalhou "intensamente" antes. Este reportará diretamente a Buechele.
Leia aqui a notícia completa.
|
|
||
|
||
"Ela não é tão conhecida como alguns outros, mas tem a reputação de ser inteligente e extremamente capaz", disse Jonathan Kanter, advogado de defesa da concorrência da Cadwalader, Wickersham & Taft LLP.
Leia aqui a notícia completa.
|
|
||
|
||
| Leia aqui a noticia completa. Veja aqui um vídeo do Financial Times sobre esta nomeação e os desafios que se colocam a Haruhiko Kuroda ao assumir este cargo: |
|
||
|
||
Por ter tentado antes o consenso, a Procuradora Geral da República (PGR), apurou o Diário Económico, levará apenas um nome hoje ao Conselho Superior, quando pelo estatuto podia levar três nomes. Ontem, à hora do fecho desta edição, alguns órgãos de comunicação social já davam Amadeu Guerra como certo.
Fonte: Económico
|
|
||
|
||
|
“Sempre gostei dele durante todo o tempo que esteve com a BHP porque estava sempre informado quanto aos números”, referiu Paul McTaggart, analista financeiro da Credit Suisse Group AG sediado em Sydney. “Este era direto no seu discurso e um bom gestor de risco.” “O Chris Lynch é uma contratação extremamente forte para nossa equipa executiva", disse o CEO Sam Walsh em comunicado. Lynch, diretor não-executivo da Rio, tem "uma board muito forte e alinhada, experiência na indústria mineira, e também financeira.”
|
|
||
|
||
|
As empresas alemãs estão a ser pressionadas pelo governo para aumentarem a participação feminina nas decisões das suas organizações. A Daimler, que detém a marca Mercedes-Benz, referiu no relatório anual de 2012 ter como meta atingir 20% de representação feminina entre os cargos executivos da empresa até 2020.
|
|
||
|
||
|
"Uma das prioridades da CAE serão as matérias que tratam do federalismo", afirmou o senador, que pretende votar projetos referentes ao FPE e ao ICMS até o fim de março. Lindbergh afirmou ainda que respeitará o tamanho das bancadas para distribuir proporcionalmente a relatoria dos projetos. Além da análise de temas económicos, a CAE é a comissão responsável pela sabatina de indicados a cargos de diretoria e presidência do Banco Central, na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e de integrantes do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), por exemplo. Uma vez aprovados na CAE, os nomes dos indicados são encaminhados a votação no plenário do Senado.
Fonte: Reuters Brasil |
|
||
O economista foi nomeado por cooptação, para preencher um dos lugares que se encontravam vagos na sequência das renúncias apresentadas durante o ano 2012 por membros do Conselho de Administração da EDP Renováveis (EDPR).Além de Nogueira Leite, foram nomeados para o Conselho de Administração da EDPR Acácio Jaime Liberado Mota Piloto e José A. Ferreira Machado, "no seguimento da proposta da comissão de nomeações e retribuições" e "até à próxima assembleia-geral de acionistas", lê-se no comunicado. António Nogueira Leite foi também nomeado para preencher o lugar vago na comissão de nomeações e retribuições, enquanto José A. Ferreira Machado foi escolhido para preencher o lugar disponível de membro e presidente da comissão de operações entre partes relacionadas. As alterações nos órgãos sociais da EDP Renováveis foram comunicadas à CMVM na terça-feira à noite, no mesmo dia em que foram divulgados os resultados anuais da empresa, que apresentou um lucro de 134,2 milhões de euros, mais 32% do que em 2011. Professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa, Nogueira Leite foi, entre Julho de 2011 e Janeiro de 2013, vice-presidente da comissão executiva da Caixa Geral de Depósitos e presidente do conselho de administração da Caixa Banco de Investimento. O economista foi também já administrador na Bolsa de Valores de Lisboa, secretário de Estado do Tesouro e das Finanças do XIV Governo Constitucional e, por inerência de funções, governador (suplente) do Banco Europeu de Investimentos. Desempenhou ainda funções de administrador executivo da CUF, da José de Mello Saúde, da EFACEC, da Brisa e da Quimigal, para além de ter sido vice-presidente do Conselho Consultivo do Banif Investment Bank. Fonte: Lusa/SOL
|