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A menos de uma semana da cerimónia da 7.ª edição dos Best Leader Awards, recuperamos um depoimento ao Portal da Liderança do atual responsável da Petroatlântico, laureado na categoria de Líder na Gestão de Empresa Privada em 2012 e votado este ano o mais transformador.
Manuel Ferreira de Oliveira, na altura CEO da Galp, referindo-se à liderança em Portugal, considera que temos "mais chefes gestores do que líderes" e que "um dos atributos de qualquer pessoa que pretenda liderar é a transparência".
Portal da Liderança (PL): Como classifica a sociedade portuguesa em termos de capacidade de liderança?
Manuel Ferreira de Oliveira (FO): Nós, infelizmente, temos mais chefes gestores do que líderes. A verdade é que a cultura de uma liderança qualificada tem vindo a ser desenvolvida por muitas instituições e empresas e começa a sentir-se um progresso enorme na cultura de liderança do nosso país.
PL: Que conselho deixa para os jovens líderes de Portugal?
FO: Primeiro é que entendam o que é ser líder. Líder é ser um dinamizador de uma equipa, uma pessoa que é capaz de pensar a curto, a médio e a longo prazo em simultâneo e que tem em si energia suficiente para fazer o que diz que quer fazer e levar os outros a acompanhá-lo nessas grandes tarefas.
PL: Como pensa ser a melhor forma de um líder reagir ao erro?
FO: Reconhecê-lo. Um dos atributos de qualquer pessoa que pretende liderar é a transparência e não há ninguém que seja perfeito e o reconhecimento imediato dos erros é a melhor forma de exprimir os fundamentos da sua transparência.
Manuel Ferreira de Oliveira é o vice-presidente do Conselho de Administração da Galp Energia desde abril de 2006 e presidente executivo da Galp Energia desde janeiro de 2007. Antes de ingressar na Galp Energia, foi presidente do Conselho de Administração e presidente executivo da Unicer – Bebidas de Portugal, SGPS, S.A. entre 2000 e 2006, presidente do Conselho de Administração e presidente executivo da Petrogal de 1995 a 2000, de 1980 a 1995 teve responsabilidades executivas na Lagoven, S.A. (participada da Petróleos de Venezuela, S.A. – PDVSA, ex-Creole Petroleum Corporation, subsidiária da Exxon), nas áreas de Produção, Refinação, Comércio Internacional e Planeamento Corporativo, incluindo responsabilidades como CEO e/ou membro do Conselho de Administração da BP Bitor Energy (Londres), Nynäs Petroleum (Estocolmo), Ruhr Oil (Dusseldorf) e PDV Serviços (Haia). Entre outras funções não executivas que exerce é, atualmente, vice-presidente do Conselho Geral da Universidade do Porto. Ferreira de Oliveira é licenciado em engenharia eletrotécnica pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, possui o grau de Master of Science (MSc) em Energia pela Universidade de Manchester, é Doutorado (PhD) também na área de Energia pela mesma Universidade e obteve o grau de Professor Agregado pela Universidade do Porto, onde, em 1979, se tornou Professor Catedrático; a sua formação em Gestão teve lugar, essencialmente, em programas do IMD – Suíça, da Harvard e da Wharton Business School – USA.
Vice-governador do Banco de Portugal nomeado para a vice-presidência da European Banking Authority.
Portugal conquistou mais um cargo de relevo na estrutura de supervisão financeira europeia. Pedro Duarte Neves, vice-governador do Banco de Portugal e ex-presidente da Autoridade Nacional das Comunicações (Anacom) acaba de ser eleito para a vice-presidência da European Banking Authority.
Nomeado para a equipa de gestão do banco central português em 2006, onde foi reconduzido em 2011, Pedro Duarte Neves assume agora novos desafios num sector fortemente pressionado pela crise financeira e económica que grassa na Europa. Uma nomeação que surge depois de, em 2010, Vítor Constâncio ter assumido o cargo de vice-presidente do Banco Central Europeu.
O ex-embaixador de Angola em Marrocos, Manuel Aragão, apresentou no fim de semana, em Tetuan, cumprimentos de fim de missão ao Rei Mohammed VI, durante o qual foi condecorado como comendador do Wissam Al Alaoui.
Durante a semana, os embaixadores do Grupo Africano realizaram um ato de despedida a Manuel Aragão e à sua esposa.
Na mesma semana, Manuel Aragão foi recebido pelo ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação marroquino a quem agradeceu pelo grau de relações que se atingiu entre os dois países.
Na noite de sábado, os funcionários da missão diplomática e a associação estudantil angolana naquele país brindaram o embaixador com um jantar.
O embaixador Manuel Aragão regressa a Angola onde está nomeado juiz conselheiro do Tribunal Supremo, cargo a que já tomou posse a 12 de Junho último.
O prémio Nobel da Paz Mohamed El Baradei é o novo primeiro-ministro do Egito, depois de ter sido nomeado pelo presidente interino, Adli Mansur.

A informação foi avançada por Jaled Daud, porta-voz da Frente de Salvação Nacional, a principal aliança islamita do Egito.
O novo presidente egípcio recebeu, separadamente, representantes da oposição ao presidente deposto Mohamed Morsi, entre os quais o oposicionista e Nobel da Paz Mohamed El Baradei.
O agora ex-diretor executivo da Yves Saint Laurant, Paul Deneve, foi contratado pela Apple para trabalhar em "projetos especiais". O empreendedor belga vai ocupar a posição de vice-presidente e vai responder diretamente ao patrão da tecnológica, Tim Cook.

A tecnológica liderada por Tim Cook está apostada em reforçar os quadros executivos para fortalecer as posições de marketing e conteúdos multimédia da empresa.
John C. Maxwell, especialista em liderança, conhecido orador e autor bestseller, apresenta a comunicação como uma das qualidades indispensáveis de um líder inspirador.
Maxwell, no seu livro As 21 indispensáveis qualidades de um líder, fala-nos de Ronald Regan, o ex-presidente americano a que apelidaram de Grande Comunicador. Este começou na rádio, onde se tornou um conhecido locutor, tendo chegado a simular relatos de um jogos que pretensamente teria transmissão em direto.
Maxwell conta-nos que num desses relatos, a transmissão que Reagan estava a ver foi interrompida quando um dos batedores estava a meio de uma situação difícil. Este teve de manter um relato imaginável durante seis longos minutos, em que o batedor ia falhando sucessivamente lançamentos imaginários. Segundo Maxwell, “Reagan demonstrou ao longo de toda a sua carreira, uma capacidade pouco comum para se ligar e comunicar com as pessoas.”
Reagan, ao lançar a sua candidatura às presidenciais de 1980, fê-lo de uma forma clara e simples, apenas dizendo: “No coração da nossa mensagem devem estar cinco palavras simples. Não grandes teorias económicas. Mão sermões ou filosofias políticas. Apenas cinco pequenas palavras: família, trabalho, vizinhança, liberdade e paz”.
Maxwell diz-nos que Reagan, “estivesse a falar para um grupo, a olhar para uma câmara ou a relacionar-se individualmente com alguém, era capaz de comunicar com a máxima eficácia. Mesmo quando foi alvejado e estava a ser levado para a sala de operações, o seu objetivo foi aliviar a pressão a toda a gente. O seu comentário para o cirurgião foi “Por favor, certifique-se de que vocês são todos Republicanos.”
Para Maxwell, Reagan era um bom executivo. Porquê? “Porque possuía uma visão clara, tomava facilmente decisões e delegava de forma eficaz. Mas era um excelente líder por causa da sua capacidade de comunicação incomum. No que diz respeito à liderança do país, as pessoas sabiam quem ele era, onde se posicionava, o que queria e não podiam esperar para subir a bordo com ele.” Maxwell diz mesmo que “a comunicação tornou-o o tipo de líder que as pessoas quiseram seguir.”
Lidere um país, uma organização e/ou uma equipa, a comunicação é fundamental. Como diz Maxwell, “as pessoas não o irão seguir se não souberem o que quer e para onde vai.”
John C. Maxwell é um especialista em liderança internacional reconhecido, e autor de livros que já venderam mais de 13 milhões de cópias. As suas organizações já formaram mais de um milhão de líderes por todo o mundo. Maxwell é fundador da Injoy Stewardship Services e da EQUIP. Todos os anos dá palestras a companhias mencionadas na revista Fortune 500, a líderes governamentais mundiais e a diversas outras organizações tais como a Academia Militar dos Estados Unidos, em West Point, e à liga Nacional de Futebol (americana). Um dos autores mais vendidos do New York Times, do Wall Street Journal e da Business Week. Maxwell foi um dos vinte e cinco autores nomeados para o 10º Aniversário do Hall of Fame da Amazon.com. Dois dos seus livros, As 21 Irrefutáveis Leis da Liderança e Developing the Leader Within you, venderam mais de um milhão de cópias cada.
Henriques Gaspar toma posse em Setembro, para um mandato de cinco anos.

O juiz conselheiro Henriques Gaspar foi eleito ontem presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) para um mandato de cinco anos, sucedendo no cargo a Noronha Nascimento.
A eleição de Henriques Gaspar, em votação secreta do colégio eleitoral , foi realizada na primeira volta. Henriques Gaspar recolheu a maioria qualificada dos votos (33), enquanto o juiz conselheiro Orlando Afonso registou 15 intenções favoráveis.
Pereira da Silva contabilizou oito votos, Pires da Rosa somou três e Nuno Cameira apenas um.
Com a saída do diretor e o vice-diretor do Banco do Vaticano, o seu presidente, Ernst von Freyberg, assumirá o cargo de diretor interino e será criada uma nova posição de diretor de risco para melhorar a área de cumprimento com regulações financeiras.

O diretor e o vice-diretor do Banco do Vaticano, Paolo Cipriani e Massimo Tulli, renunciaram aos cargos, após a prisão do Monsenhor Nunzio Scarano , clérigo sénior com conexões próximas à instituição financeira acusado de desviar 20 milhões de euros.
A notícia da renúncia de dois importantes executivos do Banco do Vaticano surge apenas dias após o papa Francisco ter criado uma comissão especial de inquérito para se familiarizar com problemas de longa data do banco.
O vice-presidente do PSD substitui Paulo Portas que pediu demissão na terça-feira.
Recorde-se que o líder centrista atribui a sua saída à discordância com a escolha de Maria Luís Albuquerque para suceder a Vítor Gaspar na pasta das Finanças. "O primeiro-ministro entendeu seguir o caminho da mera continuidade no Ministério das Finanças. Respeito, mas discordo", diz Paulo Portas, sublinhando ter expressado "atempadamente este ponto de vista ao primeiro-ministro que, ainda assim, confirmou a sua escolha". "Ficar no governo seria um ato de dissimulação. Não é politicamente sustentável", referiu na terça-feira.
João Miranda, líder da Frulact, viu ontem reconhecido mais uma vez o seu trabalho e o da sua equipa. "Sinto-me mais líder do que gestor", confessou.
O Negócios e a PwC revelaram ontem os vencedores dos prémios Excellens Oeconomia.
Reconhecido pelo Best Leader Awards* na sua edição de 2012, João Miranda refere que "os verdadeiros acionistas da Frulact são os clientes, pelo que, todos devemos estar orientados para o cliente".
Como refere, “Falhar não é desejável, mas só falha quem arrisca. O importante é que o risco seja dimensionado e controlado.”
Jião Miranda partilhou a convicção de que "Não pode haver pessoas na empresa que, envaidecidas por estarem numa empresa de sucesso, se esqueçam da humildade necessária para continuarem a ser proativos e rigorosos no rejuvenescimento continuado da empresa. Caso contrário, cedo ficará dourada por fora e com teias de aranha por dentro."
*O Best Leader Awards é uma iniciativa promovida pela Leadership Business Consulting, que visa distinguir anualmente as personalidades que se destacaram como “Líderes” em vários domínios. O Best Leader Awards é uma TradeMark registada internacionalmente.
Fonte: Económico
A saída da Microsoft do responsável da Xbox foi confirmada quando a companhia de jogos sociais Zynga (responsável por FarmVille e Words With Friends) o apresentou como novo CEO.
Justificando a sua escolha, o ex-CEO e fundador da companhia disse, "O Don é único na indústria. Tem experiência em domínios como hardware, software e rede e foi o responsável pelo sucesso de séries como Need for Speed, FIFA e The Sims. É um executivo de topo (...) estou ansioso por começar esta parceria com o Don e o resto da nossa equipa, para que possamos dar a liderança na invenção e crescimento da jogabilidade social à Zynga, mais uma vez."
Mattrick entra em funções na Zynga a 8 de julho. Porém, isto não significa que o ex-CEO e fundador da Zynga, Mark Pincus, esteja de partida. Na verdade, Pincus passa agora a assumir a função de Presidente do Conselho de Diretores.
Num email que Don Mattrick enviou aos empregados da companhia pode ler-se que "a Zynga ainda tem de se aperceber do seu verdadeiro potencial" e que o novo CEO se encontra orgulhoso de pertencer a esta equipa.
Ainda assim, a Xbox perdeu o seu líder e ainda não foi anunciado qualquer substituto.
Para esclarecer esta situação, Steve Ballmer, o atual CEO da Microsoft, enviou um email aos empregados do departamento de entretenimento eletrónico da companhia. Neste Ballmer agradece e despede-se de Don Mattrick, informando os empregados que, por agora, é ele que fica encarregado deste departamento.
Fonte: Game Over
Miguel Pereira Lopes, professor do ISCSP/UTL e autor do estudo psicossocial dos ciclos económicos e do respetivo modelo de adaptação humana, referiu em entrevista ao Portal da Liderança que "o otimismo torna as pessoas passivas e anémicas" e "é o pessimismo que nos vai tirar da crise económica e não o sentimento otimista como sempre se tem apregoado".
Portal da Liderança (PL): Publicou recentemente no The Journal of Socioeconomics, o artigo "Uma explicação psicossocial dos ciclos económicos". Em que é que este consiste?
Miguel Pereira Lopes (MPL): Nesse trabalho científico, que segue o recente desenvolvimento do que se chama a abordagem da “economia comportamental”, é aplicado à explicação dos ciclos económicos um modelo de adaptação humana que eu tinha publicado previamente no Journal of Positive Psychology. Os ciclos económicos desenvolvem-se numa sequência de quatro fases – recessão, depressão, recuperação e prosperidade – e o que o modelo proposto identifica são os diferentes tipos de sentimento e estado psicológico que ocorrem com essas fases do ciclo económico.
PL: Apresenta um modelo de adaptação humana a diferentes circunstâncias externas. Em que consiste e como pode ser implementado?
MPL: Uma das conclusões a que chegamos é que, ao contrário do que os economistas têm tradicionalmente defendido, um sentimento otimista face à economia nem sempre conduz as pessoas a um maior dinamismo. Para que isso aconteça, é necessário que as pessoas percecionem estabilidade e controlo sobre o seu contexto. Quando tal não acontece, o otimismo torna as pessoas passivas e anémicas, deixando de consumir e investir na economia e contribuindo assim para o afundar da receção até à depressão económica. Verifica-se o mesmo em estudos sobre o efeito do otimismo em pessoas a quem foi diagnosticada uma doença terminal. O pessimismo, pelo contrário, leva as pessoas à ação precisamente quando sentem que perderam o controlo sobre os acontecimentos, pelo que é o pessimismo que nos vai tirar da crise económica e não o sentimento otimista como sempre se tem apregoado.
Em contextos de incerteza, o ideal é pintar o cenário de negro, pessimista, mas deixar a esperança de um futuro melhor no longo prazo.
PL: Como é que o pessimismo pode potencializar os resultados?
O mindset do português não separa totalmente o otimismo do pessimismo.”
PL: De que forma é que as expetativas e os comportamentos dos agentes económicos geram impactos na economia?
MPL: Os estudos sobre a influência das expectativas no comportamento dos consumidores e investidores levam já várias décadas. Foram muito desenvolvidos nos anos cinquenta do século passado por um investigador da Universidade do Michigan, nos Estados Unidos, chamado George Katona. Esses estudos mostraram que as expectativas positivas, ou seja, o otimismo dos consumidores, serviam para prever com grande precisão a compra de bens como automóveis e outros duráveis um ano depois de serem medidas essas expectativas. Temos hoje muitas evidências de que estas expectativas são determinantes fundamentais dos nossos comportamentos de consumo e investimento. O que este estudo publicado no Journal of Socio-Economics vem trazer de novo é que o otimismo não é “sempre” o gerador de investimento e consumo. Em alguns momentos, é o pessimismo que leva as pessoas a mexerem-se. Por exemplo, se eu antecipo um corte salarial, vou começar pensar em alternativas para compensar essa perda. Talvez arranjar um segundo emprego ou juntar-me à economia paralela… ou outra alternativa qualquer, mas não vou ficar parado. Pelo contrário, se eu estiver otimista, talvez pense que isso não passa de uma possibilidade com baixa probabilidade e que não irá na verdade acontecer. Seja como for, as expectativas são sem dúvida determinantes dos comportamentos individuais que impactam a economia coletiva e devem por isso ser bem estudos, compreendidos e monitorizados…
PL: Em termos de liderança, numa situação de crise económica deve o líder ser tendencialmente otimista ou pessimista?
Para além do otimismo/pessimismo, temos de olhar para a perceção do controlo que as pessoas têm sobre a sua vida.”
PL: Como vê a situação económica atual de Portugal e os comportamentos adotados?
O que é preciso fazer é compreendermos a nossa cultura e perceber como é que podemos pô-la a funcionar.”
PL: Que ganhos poderiam ser alcançados com a aplicação do seu modelo à situação atual?
MPL: Eu gostaria que a aplicação tivesse sido feita antes da situação atual. Talvez não seja possível evitar o desenrolar dos ciclos económicos, mas é provavelmente possível influenciá-los e acelerá-los. Manter um discurso otimista quando a situação começa a degradar-se só faz com que as pessoas fiquem anestesiadas e a ver o que é que vai acontecer, em vez de começarem a agir. Por isso, uma das aplicações é diretamente ao nível das lideranças, que devem gerir as expectativas e injetar crenças pessimistas assim que as coisas começam a correr mal. Mas atenção que este pessimismo não é derrotista ou negativo. Pelo contrário, é um pessimismo “defensivo”, como lhe têm chamado na Ásia onde tem grande prevalência. É o velho ditado Americano do “esperar o melhor, mas preparar-se para o pior”. É um pessimismo focalizado na ação, na procura antecipatória de alternativas. Ainda assim, mesmo na situação atual, julgo que é necessário muito mais pessimismo. As pessoas ainda pensam que isto vai passar sem alterações profundas, que o tempo tratará do assunto ou que virá alguém que nos salve, e isso eu penso que não vai acontecer. É preciso mostrar isso às pessoas, o quão mal irão viver no futuro. Só assim nos conseguiremos libertar deste estado anémico e começar verdadeiramente a fazer alguma coisa, a colocar de lado os “brandos costumes”. Eu diria que “com brando costume, cozido em brando lume”…
As lideranças devem gerir as expectativas e injetar crenças pessimistas assim que as coisas começam a correr mal. (...) É um pessimismo "defensivo" (...) focalizado na ação, na procura antecipatória de alternativas.
Mas as aplicações não se esgotam na liderança. O modelo traz também implicações ao nível da política monetária. O Banco Central Europeu, por exemplo, para controlar a inflação a todo o custo, injeta na economia um conjunto de incertezas geradas pelo desemprego e ausência de investimento, o que só aprofunda a recessão. Mesmo que a ideia seja gerar a estabilidade de preços, a verdade é que a instabilidade social e económica que deriva dessas políticas aparece como geradora de incerteza. A constatação é a de que o ciclo económico está em marcha e de que tentar atrasá-lo só vai tornar os seus efeitos mais nefastos. É uma explicação que pode ser vista com recurso a uma imagem energética, onde a tentativa de reduzir ou eliminar o ciclo económico só vai acumular mais energia que terá de ser expelida. Por isso, em termos de política monetária, o modelo sugere que as entidades responsáveis por essa política deveriam dar sinais de pessimismo ao mercado o quanto antes sempre que se inicia uma recessão, por exemplo baixando logo no início de forma pronunciada as taxas de juro, ao invés de o fazer gradualmente sob a forma de paliativo até o doente morrer… Enfim, estas são algumas das aplicações do modelo, mas acredito que muitas outras poderão ser derivadas uma vez que se trata de um modelo socioeconómico genérico.
PL: Qual a melhor forma de liderar e atuar para com as equipas numa situação económica de crise e incerteza?
MPL: Em contextos de incerteza, o ideal é pintar o cenário de negro, pessimista, mas deixar a esperança de um futuro melhor no longo prazo. É eventualmente aquilo a que eu, em colaboração com outros colegas investigadores, chamei de “otimismo paradoxal” num artigo científico publicado na revista Management Research. Quando recolhemos dados numa grande empresa nacional sobre o otimismo/pessimismo dos portugueses, encontrámos algo inesperado: algumas mesmas pessoas estavam ao mesmo tempo otimistas e pessimistas face ao futuro, daí os termos chamado de “paradoxais”. Na altura, pareceu-nos estranho e incongruente, mas num estudo de uma aluna minha de mestrado testámos com sucesso a hipótese de que estes indivíduos, que constituíam cerca de metade de uma amostra de mais de trezentos e quarenta respondentes, eram tudo menos incongruentes. Ao avaliarmos a perceção temporal destas expectativas otimistas/pessimistas, constatámos que estes paradoxais sentiam um misto de pessimismo de curto prazo com otimismo de longo prazo… ou seja, pessimismo para nos prepararmos para o que aí vem, acreditando que melhores dias virão. Na verdade, esta conclusão está em linha com o caráter messiânico e sebastianista que carateriza a cultura portuguesa e pode ser eficazmente usado por quem lidera no nosso país, principalmente numa situação de incerteza. Não vale, por isso, a pena, pintar o cenário de cor-de-rosa ou azul, porque num contexto de incerteza o otimismo conduzirá as pessoas à passividade e não à ação. Há que dar esperança às pessoas, a qual requer a definição de planos de ação alternativos. Dito de outro modo, há que combater o efeito TINA, There Is No Alternative.
Liderar em tempos de crise implica mostrar que há sempre muitas alternativas. O que falta é a coragem para as propor e seguir. Quem tiver essa coragem e capacidade, conseguirá liderar eficazmente neste contexto.
Miguel Pereira Lopes é professor no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa (ISCSP/UTL). No passado foi professor e investigador na Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa, professor no instituto Nova Forum – Formação de Executivos, professor na Angola Business School, no INA e no ISPA. Tem uma licenciatura em psicologia pela Universidade de Lisboa, um doutoramento em Psicologia Aplicada pela Universidade Nova de Lisboa e um pós-doutoramento em Economia pela Universidade Nova de Lisboa. Tem trabalhos publicados em revistas internacionais como Organization, Management Research, International Business Research, Social Networking, Journal of Positive Psychology, Journal of Enterprising Culture, International Public Management Review, Encyclopedia of Positive Psychology, Social Indicators Research, Journal of Socio-Economics, Journal of Industrial Engineering and Management, American Journal of Industrial and Business Management, Business & Entrepreneurship Journal ou Public Management Review. É autor ou co-autor dos livros Psicologia Aplicada (RH Editora), O Mundo é Pequeno (Actual Editora), Organizações positivas: Manual de trabalho e formação (Sílabo), Gestão e Liderança de Talentos… para Sair da Crise (RH Editora), Paixão e Talento no Trabalho (Sílabo), e Good Vibrations: Three studies on optimism, social networks and resource-attraction capability (Lambert Academic Publishing). Faz parte do Editorial Board do Journal of Leadership & Organization Studies.
Vineet Nayar, vice-presidente da HCL Technologies, partilhou recentemente na HBR, que tem tentado descobrir o que impulsiona as equipas há mais de duas décadas. “As teorias convencionais nunca funcionam. Na minha opinião, a receita secreta para o sucesso das equipas tem por base estes três ingredientes.”
Nayar conta: “Recentemente estava a conversar com um colega que estava a delinear uma nova solução para um problema antigo, quando acabou a bateria do telemóvel. Estava de viagem e para continuar a nossa conversa, tive que atravessar o aeroporto para chegar a uma cabine telefónica. Continuei a colocar moedas para que a chamada não fosse interrompida. A conversa terminou quando o meu colega me convenceu de que apesar das soluções já existentes estarem a funcionar, uma abordagem nova iria melhorar exponencialmente o desempenho.”
Este episódio desencadeou nele um pensamento interessante. “A cabine telefónica representa uma máquina arquetípica. O seu funcionamento é previsível. Inserimos moedas e conseguimos fazer chamadas. Inserimos mais moedas e continuamos a conversar. Isto não acontece com as pessoas, não é? O meu colega, por exemplo, foi impulsionado pela emoção de tentar uma nova solução, não por persistir numa já existente. “
Nayar acredita que a receita secreta para o sucesso das equipas tem por base 3 ingredientes:
1. O grande desafio.
“A diversão está na perseguição. Pode não ser verdade num contexto de relacionamento pessoal, mas no de trabalho é-o com certeza. Quando as pessoas têm grandes e audaciosos objetivos, a procura pela solução torna-se interessante e até mesmo obsessiva. A missão da Google é ousada mas simples: “Organizar toda a informação do mundo e torná-la universalmente acessível e útil”. A Google tem tido um grande sucesso ao perseguir este ousado objetivo.”
2. Pessoas com paixão para trabalharem.
É divertido ver um grupo a fazer brainstorming. A emoção e a inquietação das pessoas que tentam encontrar soluções para problemas enfadonhos não tem preço. Isto não pode ser substituído pela perícia ou pela experiência. As pessoas contribuem com uma energia incrível quando em equipa tentam tudo para encontrar as soluções. Estas pensam pouco nas recompensas, uma vez que estão concentradas em conseguir ultrapassar os desafios que enfrentam.
3. Espaço para se tornarem excelentes.
O terceiro elemento crucial é existir espaço para inovar, cometer erros e recomeçar. Enquanto crianças, todos devemos ter ouvido a história da aranha que conseguiu subir a parede com sucesso, depois de ter passado toda a noite a tentar e a cair. Nesse sentido, todos somos pessoas-aranhas, pessoas perfeitamente normais com capacidades extraordinários para conseguirem ser bem-sucedidas. Um líder de equipa que consiga proporcionar o espaço suficiente para a experimentação, consegue criar o poder da paixão e gerar resultados milagrosos.
Se as pessoas virem um desafio naquilo que estão a fazer, sentirem a paixão para o vencer e tiverem espaço para criar magia, será isso mesmo que elas farão. A investigação está a desafia o pressuposto de que as pessoas apenas trabalham caso recebam incentivos monetários para isso. Neste vídeo fascinante (veja aqui), Daniel Pink, que escreveu Drive: A surpreendente verdade sobre aquilo que nos motiva, faz uma listagem com mais do que um estudo que dissipam as teorias tradicionais de recompensa e castigo. Pink acredita que os executivos seriam capazes de entender a importância da autonomia, domínio e um sentido de propósito na conquista de sucesso.
Fonte: HBR
Vineet Nayar é vice-presidente da HCL Technologies, uma empresa de serviços na área de tecnologias de informação, na India, e o autor de Employees First, Customers Second.
Rui Falcão Pinto de Andrade foi eleito primeiro-secretário do MPLA na provincial do Namibe, durante a VI conferência provincial extraordinária.
Ao intervir na cerimónia, Rui Falcão disse que “Na nossa província, o partido tem de ganhar o papel de líder e reitor do Estado, não pela mera ação dos seus responsáveis, mas pelo exercício de controlo permanente da ação do Estado na real implementação do plano de desenvolvimento de Angola e dos subsequentes programas de desenvolvimento locais”- disse.
Disse que o MPLA deve, por isso reganhar o espírito de liderança, assente no acompanhamento permanente da ação governativa, não só como arbitro ou juiz, mas como guia e principal inspetor.
”É esta a dinâmica partidária que queremos sentir no dia-a-dia e não apenas circunscritas a reuniões e conferências, pois precisaremos da contribuição de todos os militantes na província, e o MPLA nesta cidade deverá ser o principal condutor da ação governativa daqueles que o próprio partido indicou trabalharem para o bem do povo”- salientou.
Por sua vez, o membro do Bureau Político e coordenador do grupo de acompanhamento à província do Namibe, Carlos Maria Feijó, ao falar no ato de encerramento da conferência, disse que o partido tem um conjunto de tarefas para o quinquénio e ações a concretizar, com base no compromisso assumido no pleito de 2012.
“No Namibe, nós temos o Plano Provincial de Desenvolvimento, que está em trabalho de compatibilização a nível central (Ministério do Planeamento) e acreditamos que boa parte das ações vão ser enquadradas dentro do plano e dos orçamentos”, explicou Carlos Feijó.
“A imensidão de tarefas exigirá de cada um dos militantes maior dedicação e empenho, para que as promessas eleitorais possam ser cumpridas, pois como dizia o Presidente José Eduardo dos Santo, MPLA é um partido da verdade e do povo, e assim cumpridas as promessas eleitorais como se espera, com o empenho de todos, poderemos garantir o voto certo nas próximas eleições em 2017, observou.
O primeiro-ministro de Moçambique, Alberto Vaquina, empossou, em Maputo, António Grispos para o cargo de presidente do Conselho de Administração (PCA) da Bolsa de Mercadorias de Moçambique (BMM).

Alberto Vaquina disse tratar-se de uma iniciativa através da qual o Governo pretende alargar as possibilidades para a solução dos problemas associados à comercialização agrícola, tendo em conta que a agricultura joga um papel crucial no desenvolvimento económico e social de Moçambique.
Trata-se de uma instituição criada pelo Governo em 2012 e que tem a missão de criar ordem, eficiência, transparência e integridade nos mercados agrícolas, atualmente caracterizados por altos custos de transação, decorrentes da insuficiência de coordenação, informação, bem como falta de confiança e de padrões de qualidade dos produtos. “Esta realidade inibe a realização de investimentos e, consequentemente, os volumes transacionados tendem a ser baixos”, disse Vaquina, apontando que os níveis crescentes do sector agrário são importantes para o controlo da inflação, melhoria da segurança alimentar da população e incremento das exportações.
A BMM tem vindo a adicionar valor à melhoria do acesso aos mercados nacional e internacional, contribuindo para a operacionalização do Plano Estratégico para o Desenvolvimento do Sector Agrário (PEDSA), cujo enfoque engloba o aumento da produção, produtividade e competitividade agrária.
Na prossecução dos seus objetivos, a BMM será regida pelos princípios de ordem, padronização, eficiência do mercado, integridade, transparência, envolvimento das lideranças e sustentabilidade.
Segundo o coordenador do Executivo, Grispos tem a tarefa de dirigir os processos de gestão e funcionamento da bolsa, incluindo a contratação de pessoal, estabelecimento de parcerias com instituições nacionais e estrangeiras, bem como formação e troca de experiências.
“A força e capacidade de um dirigente, reside na sua determinação e do seu coletivo para ultrapassar todos os desafios e fronteiras que lhes forem impostos pelo exercício das suas funções”, sublinhou Alberto Vaquina.
Em declarações à imprensa, Grispos reconheceu que não será fácil regular o mercado agrícola, em particular o de Moçambique, para que a BMM possa operar o mais rápido possível e traga a mais-valia que se pretende para os produtores e para o país em geral.
Joaquim Pais Jorge fica responsável pelo Tesouro e Hélder Reis substitui Luís Morais Sarmento na secretaria de Estado do Orçamento.

A nova equipa das Finanças vai ter dois novos secretários de Estado, Joaquim Pais Jorge, responsável pelo Tesouro, e Hélder Reis, que substituirá Luís Morais Sarmento, tomando posse como secretário de Estado adjunto e do Orçamento.
Esta informação foi avançada à agências Lusa por fonte do gabinete do primeiro-ministro, que adiantou que os restantes três secretários de Estado deste ministério vão manter-se, com a entrada de Maria Luís Albuquerque para o lugar de ministra de Estado e das Finanças.
De acordo com a página da Presidência da República, o chefe de Estado, Cavaco Silva, aceitou a proposta do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, de nomeação destes secretários de Estado, que tomarão posse hoje, juntamente com Maria Luís Albuquerque, no Palácio de Belém.
Da equipa do ministro cessante Vítor Gaspar, serão reconduzidos Manuel Rodrigues, como secretário de Estado das Finanças, Paulo Núncio, como secretário de Estado dos Assuntos Fiscais e Hélder Rosalino, como secretário de Estado da Administração Pública.
Joaquim Pais Jorge é atualmente presidente do conselho de administração da Parpública, sociedade gestora de participações sociais de capitais públicos, e vai substituir Maria Luís Albuquerque, que deixa a secretaria de Estado do Tesouro para funções ministeriais.
Hélder Reis está à frente do Gabinete do Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais (GPEARI) do Ministério das Finanças e vai substituir Luís Morais Sarmento na secretaria de Estado do Orçamento, ficando ainda com o cargo de adjunto de Maria Luís Albuquerque.
Pedro Pires, ex-Presidente de Cabo Verde, referiu em entrevista ao Portal da Liderança que " o país tem de estar à altura para competir com as outras economias na mesma área" e que os " líderes do hoje e do amanhã têm de acreditar em Cabo Verde apesar das suas limitações".
Portal da Liderança (PL): Em 2011 foi galardoado com o Prémio Mo Ibrahim, em distinção da sua liderança e boa governação em África. Quais são os três principais desafios que confrontarão os líderes políticos cabo-verdianos nos próximos 10 anos?
Cabo Verde tem de estar à altura para competir com as outras economias na mesma área."
PL: Foi Presidente de Cabo Verde entre 2001 e 2011. Que conselhos de liderança dá aos líderes de hoje e do amanhã?
É fundamental que os líderes acreditem nos objetivos que estabelecem; acreditem e vivam com paixão e determinação a realização dos objetivos que querem realizar."
PL: Que recomendações daria aos jovens cabo-verdianos de talento que querem assumir posições de liderança política e empresarial?
Um líder tem de ser sensato e sincero, tem de ser igual a si próprio e dominar a área onde pretende agir."
Pedro Pires, político cabo-verdiano, foi presidente de Cabo Verde desde 2001 a 2011. Atualmente é presidente da Fundação Amílcar Cabral. Primeiro-ministro durante os primeiros 16 anos da independência de Cabo Verde e chefe de Estado nos últimos dez, recebeu o Grande-Colar da Ordem do Infante D. Henrique de Portugal em 2002 e o Prémio da Fundação Mo Ibrahim para o Sucesso na Liderança Africana, que visa reconhecer líderes africanos que tenham dado provas de excelência na liderança política, em 2011.
Nota da Presidência da República anuncia Maria Luís Albuquerque como substituta de Vítor Gaspar à frente das Finanças.
A atual secretária de Estado do Tesouro substitui, a partir de amanhã, Vítor Gaspar como ministro das Finanças.
O anúncio foi feito através de uma nota publicada na página da Presidência da República, depois de uma audiência de urgência entre o primeiro-ministro e Cavaco Silva.
"O Presidente da República aceitou a proposta, apresentada pelo primeiro-ministro, de exoneração, a seu pedido, do Ministro de Estado e das Finanças, Vítor Gaspar", informa o comunicado, acrescentando que "o Presidente da República aceitou a proposta, apresentada pelo primeiro-ministro, de nomeação da Dra. Maria Luís Casanova Morgado Dias de Albuquerque para o mesmo cargo".
A tomada de posse está marcada para amanhã às 17h, no Palácio de Belém.
Depois da saída de Miguel Relvas, esta é a segunda remodelação a nível ministerial.
Os Secretários de Estado de Vítor Gaspar também sairão. 
A Renascença apurou junto de fonte governamental que Vítor Gaspar vai sair do Governo. Além do ministro das Finanças, caem todos os secretários de Estado do seu gabinete, incluindo Maria Luís Albuquerque, a secretária de Estado que tem estado envolvida na polémica dos "swap", contratos de alto risco que implicaram perdas para o Estado.
A investigação aos contratos derivados de taxa de juro - "swap" - já levou à demissão de dois secretários de Estado (Juvenal Peneda e Braga Lino) e de três gestores públicos (Silva Rodrigues, Paulo Magina e João Vale Teixeira) e ainda à criação de uma comissão parlamentar de inquérito.
A governadora de Cabinda, Aldina Matilde da Lomba, conferiu posse aos novos membros do seu executivo por si nomeados.

Trata-se de João Macaia Tati, para o cargo de secretário provincial do Comércio, Hotelaria e Turismo, Isabel Buca Vicente, para secretária provincial da Família e Promoção da Mulher, André Binda Casimiro, como secretário provincial da Juventude e Desportos, Paulo Zenga Alexandre, como secretário da Saúde, e Maria Mónica Manuel para as funções de secretário provincial da Reinserção Social.
Aldina da Lomba conferiu também posse a António Custódio e André Massanga para, respetivamente, exercerem as funções de secretários provinciais dos Transportes, Telecomunicações e Tecnologias de Informação.
André António Mingas, António Miranda Ramos e Angélica Kibinda foram respetivamente nomeados para os cargos de assessores do gabinete da governadora, administrador do palácio do governo e administradora municipal adjunta de Belize.
Durante o ato, a líder do governo de Cabinda pediu aos empossados para darem o máximo de si, tendo em conta que o plano de desenvolvimento para a província de Cabinda foi já aprovado pela Comissão Económica do Conselho de Ministros, estando por isso na fase de execução.