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![]() Numa eleição interna, a ainda líder da Austrália teve menos 12 votos que o adversário. De acordo com o jornal "The Guardian", Julia Gillard obteve 45 votos e Kevin Rudd 57. Este referendo interno foi realizado a pedido de Gillard que, devido às lutas dentro do partido, desafiou Rudd para uma "eleição de vida ou morte". A primeira-ministra propôs que o vencedor seria, automaticamente, líder do partido e o derrotado seria obrigado a "reformar-se" da política. O desafio foi feito ontem, durante uma entrevista na televisão, quando a primeira-ministra foi confrontada com notícias de que os apoiantes de Rudd estavam a fazer circular uma petição a pedir a confirmação de Gillard como primeira-ministra. Kevin Rudd era líder do partido Trabalhista e primeiro-ministro, em 2010, quando Julia Gillard, na altura vice-primeira-ministra, anunciou que ia disputar a liderança do partido. Rudd, que estava com baixos níveis de popularidade, resignou no dia seguinte. De acordo com o jornal "The Guardian" da Austrália, Gillard mantem-se como primeira-ministra até ir comunicar pessoalmente ao governador-geral, Quentin Bryce, que a sua comissão terminou. Fonte: Expresso |

