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O gestor pergunta como e quando. O líder pergunta o quê e porquê  Warren Bennis 

Edith Wharton 

Três moçambicanos na administração do BCI

Três moçambicanos na administração do BCI
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O empresário Celso Correia foi reconduzido para mais um mandato ao cargo de presidente do Conselho de Administração do Banco Comercial e de Investimentos, BCI, na assembleia-geral que teve lugar no último fim-de-semana na capital do país.

Celso Correia
A Caixa Geral de Depósitos (CGD), por sinal o maior acionista do Banco, substituiu o presidente da Comissão Executiva do BCI, Ibraimo Issufo Ibraimo por Paulo Sousa, um dos atuais diretores de topo da CGD, que tinha a parte imobiliária sob sua gestão.

Ibraimo Ibraimo deixa a direção executiva do Banco a seu pedido. Pela primeira vez na história do banco, três moçambicanos integram o Conselho de Administração, nomeadamente, Celso Correia (na foto), Max Tonela e Nelson Muianga. O moçambicano Max Tonela integra também a Comissão Executiva como administrador e passa a ser o número dois do órgão.

Existe no seio dos acionistas do banco o sentimento de que o BCI precisa ser muito mais moçambicanizado, isto é, que é preciso que mais posições de topo a nível da direção sejam ocupadas por cidadãos de nacionalidade moçambicana, facto que não sucede atualmente. Neste momento, várias posições de direção no banco são ocupadas por cidadãos estrangeiros, nomeadamente, portugueses.

O reforço de poderes de Celso Correia e o aumento do número de administradores moçambicanos é um sinal daquilo que, nos próximos tempos, deverá suceder.


Fonte: O País

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