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![]() A Caixa Geral de Depósitos (CGD), por sinal o maior acionista do Banco, substituiu o presidente da Comissão Executiva do BCI, Ibraimo Issufo Ibraimo por Paulo Sousa, um dos atuais diretores de topo da CGD, que tinha a parte imobiliária sob sua gestão. Ibraimo Ibraimo deixa a direção executiva do Banco a seu pedido. Pela primeira vez na história do banco, três moçambicanos integram o Conselho de Administração, nomeadamente, Celso Correia (na foto), Max Tonela e Nelson Muianga. O moçambicano Max Tonela integra também a Comissão Executiva como administrador e passa a ser o número dois do órgão. Existe no seio dos acionistas do banco o sentimento de que o BCI precisa ser muito mais moçambicanizado, isto é, que é preciso que mais posições de topo a nível da direção sejam ocupadas por cidadãos de nacionalidade moçambicana, facto que não sucede atualmente. Neste momento, várias posições de direção no banco são ocupadas por cidadãos estrangeiros, nomeadamente, portugueses. O reforço de poderes de Celso Correia e o aumento do número de administradores moçambicanos é um sinal daquilo que, nos próximos tempos, deverá suceder. Fonte: O País |

