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A nomeação interina tem que ser publicada em decreto, lembrou Hubner.O atual diretor-geral da agência, que deixa o cargo na quarta-feira, disse que não foi reconduzido para mais um mandato à frente da Aneel por "decisão pessoal". Segundo Hubner, a presidente Dilma Rousseff queria a sua recondução, mas este pediu para não continuar no cargo para ficar mais tempo com a família, especialmente com os netos. Fontes já haviam dito à Reuters que Hubner não seria reconduzido e um dos motivos seriam eventuais resistências ao nome dele no Senado, que precisa aprovar a recondução. Hubner afirmou que tem boa relação "coma grande maioria dos parlamentares do Congresso", rebatendo também críticas feitas por alguns parlamentares de que não atenderia seus pleitos. Hubner disse que foi um dos dirigentes de agência que mais recebeu parlamentares ao longo do seu mandato. Segundo este, o mais gratificante nos seus quatro anos à frente da Aneel foi ter participar no processo de renovação condicionada das concessões do setor, o que permitiu a redução de cerca de 20 por cento nas tarifas de energia. Fonte: Reuters Brasil |
A nomeação interina tem que ser publicada em decreto, lembrou Hubner.
