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O gestor pergunta como e quando. O líder pergunta o quê e porquê  Warren Bennis 

Edith Wharton 

Luís Campos e Cunha: Temos de assumir as responsabilidade e também servir o país demitindo-nos

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Luís Campos e Cunha: Temos de assumir as responsabilidade e também servir o país demitindo-nos

Luís Campos e Cunha, presidente da SEDES, vice-presidente na Fundação Serralves e membro do conselho diretivo do CCB, acredita que em Portugal "Temos condições para que se faça a retoma a um ritmo mais rápido do que foi até agora". Para este, a sua demissão como Ministro das Finanças foi a que mais lhe ensinou sobre liderança.  

Luís Campos e Cunha cedeu esta entrevista no âmbito do lançamento da Semana Global do Empreendedorismo, promovida pela SEDES.

Portal da Liderança (PL): O que mais o desafia na liderança das organizações que integra, nomeadamente a SEDES?

Alguns destaques:
O mais importante na liderança é sabermo-nos rodear de pessoas que sabem mais do que nós.
Conduzir uma orquestra de pessoas que sabem mais do que nós permite não ter medo de delegar.

PL: Qual a situação que mais lhe ensinou sobre liderança?

Alguns destaques:
A minha demissão como ministro [do Estado e Finanças do Governo de José Sócrates].
Temos que assumir as nossas responsabilidades e que temos também de servir o País demitindo-nos.

PL: O que é imprescindível a qualquer líder empreendedor?

PL: Que conselhos deixa aos líderes da lusofonia?

Destaque:
Aprendam com aquilo que fizeram de menos bem.

PL: Como perspetiva Portugal nos próximos anos?

Alguns destaques:
Portugal está a recuperar e temos sinais disso.
Temos condições para que se faça a retoma a um ritmo mais rápido do que foi até agora.

 


Luis-Campos CunhaLuís Campos e Cunha é vice-presidente na Fundação Serralves, integra o conselho diretivo do Centro Cultural de Belém e preside à SEDES, Associação para o Desenvolvimento Económico e Social. Após a licenciatura pela Universidade Católica Portuguesa, em 1977, partiu para os Estados Unidos da América. Aí, na Columbia University, obteve o doutoramento, em 1985, com uma tese sobre Economia Internacional. De regresso ao país, por três anos, foi professor convidado na Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais da Universidade católica de Lisboa. Em 1995, já na Universidade Nova de Lisboa, atingia o topo da carreira, chegando a professor catedrático da Faculdade de Economia. No ano seguinte, assumiu o cargo de vice-governador do Banco de Portugal. Como representante da instituição, participou no Comité de Relações Internacionais do Banco Central Europeu. Em 2002, abandonou o Banco de Portugal e assumiu a direção da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa. Aceitou pela primeira vez uma missão política em março de 2005, quando recebeu o convite de José Sócrates para ser ministro das Finanças, tendo permanecido no cargo até julho de 2005.


 

 

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